terça-feira, 7 de outubro de 2014



O maior evento social do ano está de regresso a Viseu. O glamour e o brilho da festa “Os Melhores Anos (OMA)” volta a marcar a agenda da Região Centro, no próximo dia 11 de Outubro, na ExpoCenter/Forno da Mimi, este ano subordinada ao tema “Red and Gold, Um clássico com cores de Outono”. Será mais uma noite inesquecível, com um evento que ao longo de mais de duas décadas vem marcando a agenda local e nacional. O tema deste ano irá inspirar o ambiente da festa OMA, que contará com um desfile de moda da conhecida estilista Micaela Oliveira, com a participação de modelos e figuras bem conhecidas do grande público, entre as quais a actriz Rita Pereira.

Como é regra, a música terá um lugar central na OMA, com Paulo Gonzo a constituir a grande atracção da noite. Autor de êxitos como “Jardins Proibidos”, “Dei-te Quase Tudo” ou “Sou Suspeito”, o músico, que já liderou a emblemática “Go Graal Blues Band”, levará a Viseu momentos únicos, seja com o intimismo das baladas que toda a gente conhece, ou com temas mais dançáveis e que prometem animação noite fora. O cartaz musical da festa OMA contará ainda com os “Bug”, um original e animado projecto nacional na área da vaudeville music, e com a consagrada orquestra “Os Melhores Anos”, dirigida pelo maestro Jaime Baptista, este ano com um elenco rejuvenescido. O início da festa será marcado pelo Dj Armando Ferreira, que, ainda no hall de entrada, receberá os convidados com uma selecção musical ao ritmos dos sixties. Já na sala principal e durante o jantar, o grupo “Gira Sol Azul” apresentará um repertório de Blues & Soft Jazz.

A gastronomia é, a par com a música, outro dos grandes atractivos do jantar-dançante OMA. À semelhança dos anos anteriores, a ementa terá a assinatura do Restaurante Forno da Mimi, com uma ementa inspirada na cozinha tradicional regional, onde os produtos locais revelam toda a sua excelência em pratos criativos e de sabor inimitável.

A festa “Os Melhores Anos” começou a realizar-se em 1993, tendo-se transformado, quase de imediato, numa referência na cidade de Viseu e em toda a Região Centro e Norte do país. Ao longo destas duas décadas, recebeu nomes incontornáveis da música portuguesa, como os Sheiks, José Cid, Paulo de Carvalho, Táxi, GNR, Carlos Mendes, Pedro Abrunhosa e Rui Veloso, entre outros.

INCM INAUGURA EXPOSIÇÃO “O DINHEIRO NO TEMPO DE FERNÃO MENDES PINTO”



A Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM) inaugura, hoje, dia 7 de outubro, pelas 11h30, a exposição O Dinheiro no Tempo de Fernão Mendes Pinto, uma mostra de moedas do acervo do Museu Numismático Português, integrada no âmbito das comemorações dos 8 séculos da Língua Portuguesa e dos 400 anos da publicação da obra Peregrinação.

A exposição, de entrada gratuita, vai estar patente até dia 29 de dezembro, no átrio da Casa da Moeda, apresentando ao público 71 exemplares de moedas de ouro, prata, cobre e calaim que circularam no tempo de Fernão Mendes Pinto, o aventureiro escritor da obra Peregrinação,contextualizando a época em que o autor viveu.

Publicada postumamente em 1614, a Peregrinação é o testemunho de um homem da sua época, um tempo marcado por uma mudança no paradigma das relações económicas, sociais e culturais entre os povos do Ocidente e do Oriente, naquilo que se poderá designar como o prelúdio da globalização.

Misto de autobiografia, roteiro de viagem e romance de aventuras, a obra fascinou a Europa seiscentista, ávida de relatos e histórias sobre povos e lugares longínquos, transformando-se rapidamente num best-seller que, à época, conheceu 18 versões nas principais línguas.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

MARIA ANA BOBONE | 10 DE OUTUBRO | CENTRO CULTURAL DE BELÉM

Compositora, pianista e intérprete de voz distinta, Maria Ana Bobone regressa ao Grande Auditório do CCB no dia 10 de Outubro. Desta feita, a artista MTV (linked pelo talento) comemora, para além dos seus vinte anos de carreira, a oportunidade de apresentar numa grande sala em Lisboa, a sua forma única e distinta de abordar o Fado.

Com uma carreira reconhecida internacionalmente (Fado & Piano foi distinguido pela World Music Central como um dos cinco melhores álbuns do ano 2013), a artista que conta também com uma nomeação para os Globos de Ouro no seu currículo, oferece um concerto em que destacará as fases mais marcantes da sua carreira e desvendará o caminho do seu próximo disco.

Deste concerto farão parte temas tão emblemáticos como Nome de Mar (poema que lhe foi dedicado por Manuel Alegre), ou ainda o recente dueto com Mikkel Solnado, If the Stars Were to Waltz, com quem encerrará o espectáculo.

Ao longo do concerto, cantará acompanhando-se ao piano outros ícones do seu percurso: Que Deus me Perdoe, Auto-retrato, Fado Xuxu, Senhora do Monte, entre os quais, Ó meu Amor não te atrases numa agradecida homenagem a Vasco Graça Moura, (autor do poema).

Num Centro Cultural de Belém que sempre a acolheu de braços abertos, Maria Ana Bobonefar-se-á acompanhar pelos mais reconhecidos nomes da música nacional com a direcção musical a cargo do produtor Rodrigo Serrão:

Eurico Machado| Guitarra Portuguesa; Carlos Manuel Proença | Viola de Fado; Rodrigo Serrão | Contrabaixo

Convidados Especiais:

Mikkel Solnado

António Palma| Piano; Andrés Perez | Percussão

Café Quarteto - extraído da orquestra Gulbenkian, liderado pela virtuosa Maria Balbi (violino) com Maria José Laginha (violino); Pedro Meireles (Viola); Guenrikh Elesin (Violoncelo)

Grande Auditório | 21:00h 
M/6

Preços :1ª Plateia 12,5 € |2ª Plateia 10 € |Laterais 7,5 € |Laterais deficientes 7,5 € |
Camarote Central 12,5 € |Camarote Lateral 10 € |Balcão Lateral 7,5 € |1º Balcão 5 € |2º Balcão3 €

NESCAFÉ® Dolce Gusto® com novo design nas suas máquinas de café



NESCAFÉ® Dolce Gusto® acaba de renovar o design das suas máquinas com a introdução de um novo elemento diferenciador - um cabo de alimentação em cor vermelha, em vez do tradicional cabo preto. Todos os modelos das máquinasNESCAFÉ® Dolce Gusto® têm agora um cabo de alimentação mais irreverente, prolongando assim o design inovador da máquina aos cabos que ligam os aparelhos à energia elétrica.


Habitualmente, os cabos de alimentação das máquinas são pretos ou de cor neutra. Agora com as máquinas NESCAFÉ® Dolce Gusto®, também os cabos se tornam uma peça de design, refletindo o lado mais irreverente e original da marca.

Em linha com o novo posicionamento “A Arte Moderna do Café”, NESCAFÉ® Dolce Gusto® reforça assim a ligação ao design, oferecendo aos seus consumidores uma nova gama de máquinas distinto das restantes máquinas de café presentes em Portugal.

Dirigidas a um tipo de consumidor mais irreverente, as máquinas NESCAFÉ® Dolce Gusto® assentam perfeitamente em qualquer cozinha, destacando-se pelas suas linhas divertidas e pelo sistema automático de fácil utilização.

sábado, 4 de outubro de 2014

Os Maus da História de Portugal, de Ricardo Raimundo

A história costuma exaltar os grandes nomes da nação, as figuras que marcaram uma época, os heróis que venceram batalhas e conquistaram novos mundos, os reis que serviram o nosso país com dedicação… Pois, ao longo destas páginas, o que vai encontrar são os maus da nossa história. Os reis cruéis de temperamento violento, os assassinos sem escrúpulos, os homens que a troco de uma vil recompensa não hesitaram em trair o país, as mulheres fatais que enfeitiçaram os homens de poder, levando-os à perdição, os ambiciosos e gananciosos que não olharam a meios para atingir os seus fins, e todo o tipo de gente de má rês… Ricardo Raimundo, autor de Os Escândalos da Monarquia Portuguesa e Vidas Surpreendentes, Mortes Insólitas da História de Portugal, volta a surpreender-nos com este livro original, onde ficamos a conhecer o outro lado de algumas das personagens marcantes da História da Portugal. O rei D. Pedro I tinha um génio violento, D. João II, o Príncipe Perfeito, tinha um lado negro, tendo assassinado, pelo seu próprio punho, o seu cunhado, irmão da rainha. Vasco da Gama levou o nome de Portugal ao outro lado do Mundo, mas os seus feitos violentos e personalidade colérica são pouco conhecidos. O infante D. Francisco, irmão do rei D. João V, era, segundo as crónicas, «um sujeito muito mau». Quem era a Megera de Queluz, perversa, ambiciosa e ninfomaníaca? Fernão de Magalhães pôs-se ao serviço de Espanha por apenas cem réis de diferença. Diogo Alves, o assassino do aqueduto, os regicidas Buíça e Costa e o temido João Brandão são alguns dos malfeitores que vai ficar a conhecer nas páginas deste livro surpreendente.