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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Mega produção de Filipe La Féria esgota, desde Maio, o Salão Preto e Prata


100ª representação de “A Volta ao Mundo em 80 Minutos”

agendada para 15 de Outubro no Casino Estoril

Com cinco meses consecutivos de representações, e mais de 70 mil espectadores, o musical “A Volta ao Mundo em 80 Minutos”, da autoria de Filipe La Féria, tem a sua 100ª representação agendada para o próximo Domingo, dia 15 de Outubro, às 17 horas, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.

“A Volta ao Mundo em 80 Minutos” distinguiu-se, bem cedo, como um cartaz de grande êxito, tendo já merecido os aplausos de numerosos espectadores de todas as gerações no Salão Preto e Prata.

A mais recente mega produção de Filipe La Féria tem conquistado o público e a crítica especializada, revelando-se um musical diferente, divertido, alegre e com muito humor.

Com uma qualidade interpretativa impar, João Baião é o protagonista deste espectáculo que continua a surpreender, de Quinta-Feira a Domingo, os visitantes do Casino Estoril.

Glosando o tema de Júlio Verne em que um apostador desafia os seus adversários, afirmando que consegue dar a volta ao mundo em 80 dias, este musical, distingue-se por a volta decorrer em 80 minutos, percorrendo todos os pontos do globo.

“A Volta ao Mundo em 80 Minutos” revisita as melodias e canções que fazem parte da memória coletiva de cada país numa narrativa iminentemente popular e abrangente a todos os gostos, onde o revivalismo se alia com a contemporaneidade num show que engloba o teatro, o cinema, a música, o bailado, a acrobacia e que proporciona 80 minutos inesquecíveis a cada espectador.

“A Volta ao Mundo em 80 Minutos” está em exibição de Quinta-Feira a Domingo no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Quintas e Sextas-Feiras às 21h30 / Sábados às 17h00 e às 21h30 / Domingos às 17h00. M/12.

Preços: Plateia: 25€ / Plateia Superior: 27,50€ / Plateia Central: 35€ / 1º Balcão: 30€ / 2º Balcão: 20€ / 3º Balcão: 15€

Os bilhetes estarão à venda:

Bilheteira do Casino Estoril:

- De Segunda-Feira a Sábado das 15h00 às 22h00

- Aos Domingos das 15h00 às 20h00

As reservas podem ser efectuadas:

Telfs: 210 135 050 e 214 667 796

Email: reservas.estoril@filipelaferia.pt

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Jardim de Verão │23 junho a 20 julho│ Fundação Calouste Gulbenkian



Concertos, filmes, leituras encenadas, conversas e atividades para famílias, entre outras iniciativas, preenchem o programa da 2ª edição do Jardim de Verão, na Fundação Calouste Gulbenkian. No âmbito do Centenário da Grande Guerra, também estão programados vários eventos para refletir sobre os impactos socioculturais do conflito em Portugal.



Jane Birkin (a cantar Serge Gainsbourg), Roberta Sá, Mayra Andrade e Bonga são alguns dos artistas que marcam o programa do Jardim de Verão deste ano. Depois do sucesso da 1ª edição, que em 2016 assinalou o 60º aniversário da Fundação Calouste Gulbenkian, uma grande diversidade de iniciativas volta a animar o jardim e outros espaços da Fundação, ao longo de quase um mês, com a programação a intensificar-se aos fins-de-semana. Concertos, filmes, conferências, exposições e visitas orientadas, leituras encenadas, conversas, workshops e outras atividades para famílias, preenchem o programa que reflete a intervenção multifacetada da Fundação Gulbenkian, não apenas no campo das artes, mas também na ciência e nos projetos comunitários que apoia e promove.



VOZES LUSÓFONAS E SONS DO MÉDIO-ORIENTE

No arranque do Jardim de Verão, recebemos um dos maiores talentos da nova música brasileira: Roberta Sá (24 junho). Muitas vezes comparada a Marisa Monte, diz-se influenciada por figuras como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Elis Regina e Chico Buarque. Regressa a Portugal, para mais uma das suas atuações cativantes no Anfiteatro ao ar livre da Fundação Gulbenkian. No repertório traz temas do último álbum, Delírio, para o qual gravou, também, com António Zambujo. O concerto de Roberta Sá inaugura assim no Jardim de Verão um ciclo de grandes nomes da música lusófona como a cabo-verdiana Mayra Andrade (25 junho) e a sua pop tropical, o lendário Bonga (30 de junho) e o seu amor pelo semba, símbolo da identidade angolana que deu origem à kizomba, e ainda a guineense Eneida Marta (15 julho), que cruza o gumbé com o jazz, para animar as noites no Jardim Gulbenkian.



No dia em que os franceses comemoram a Tomada da Bastilha, a 14 julho, estreia-se em Portugal, no Jardim Gulbenkian, o espetáculo Birkin: Gainsbourg Sinfónico. Neste concerto, Jane Birkin revisita em versão sinfónica os clássicos do ex-companheiro Serge Gainsbourg, falecido em 1991. Do repertório fazem parte duas dezenas de temas, como La Javanaise, Jane B, Babe Alone in Babylone, La Chanson de Prévert, Requiem pour un con, Initiales BB, My Lady Heroine ou Lost Song, que a artista britânica vai interpretar na companhia do pianista japonês Nobuyuki Nakajima e da Orquestra Gulbenkian, dirigida por Jan Wierzba.



Até 20 de julho, haverá mais música no Jardim de Verão, onde também se farão ouvir sonoridades do Médio-Oriente, com o projeto Cairo Jazz Station (29 junho), que junta jovens do Egito, da Turquia, de Portugal e de Itália, mas também The Secret Trio (7 julho), que traz ao Jardim Gulbenkian os modos microtonais do Médio Oriente, as batidas de dança dos Balcãs, e improvisações e influências do jazz, do rock e da música clássica.



A GULBENKIAN E O CINEMA PORTUGUÊS

O Jardim de Verão inclui uma mostra de filmes de cineastas portugueses, que contaram com o apoio da Fundação Gulbenkian, sobretudo na última década. Em junho e julho, serão projetados filmes de Filipa César, Filipa Reis, Gabriel Abrantes (em colaboração com Ben Rivers), João Miller Guerra, João Niza, João Pedro Rodrigues, João Salaviza, João Viana, Leonor Noivo, Leonor Teles, Marco Martins, Miguel Gomes, Patrick Mendes, Pedro Peralta, Pedro Pinho, Sérgio da Costa (em colaboração com Maya Cosa), Susana Nobre e Tomás Baltazar.



Comissariado por Miguel Valverde, o ciclo “A Gulbenkian e o Cinema Português” abre com o filme Twenty-one-Twelve, um projeto criado por Marco Martins em coautoria com o artista plástico Michelangelo Pistoletto, que reflete sobre a crise e o papel transformador que a arte pode assumir na sociedade.



Conversas no jardim (Speaker’s Corner), leituras encenadas, workshops e outras atividades para famílias entram também no Jardim de Verão, que terminará a 20 de julho, Dia Calouste Gulbenkian. Neste dia, para além da entrega dos Prémios Gulbenkian, a Orquestra Gulbenkian, no Anfiteatro ao ar livre, e Gisela João, no Grande Auditório, protagonizam os dois concertos de encerramento do Jardim de Verão, ambos de entrada gratuita.



A GRANDE GUERRA

Este verão, a Fundação Gulbenkian associa-se aos eventos que assinalam o centenário da guerra de 1914-1918, trazendo à reflexão uma perspetiva cultural e social do impacto que o conflito teve em Portugal. A participação de Portugal na Grande Guerra não foi apenas um ato político e militar. O país sofreu efeitos económicos, sociais e culturais que se refletiram no quotidiano dos portugueses e na sua relação com o exterior. São esses efeitos que se pretendem mostrar e debater, com a exposição ‘Tudo se desmorona’: Impactos Culturais da Grande Guerra em Portugal, a partir de 30 junho, com o colóquio ‘Ninguém sabe que coisa quer’: a Grande Guerra e a Crise dos Cânones Culturais Portugueses (28 a 30 de junho), com o ciclo de cinema Imagens da Grande Guerra e com a leitura encenada do texto Pra um país tão pequeno, entre outras iniciativas, de entrada livre.





Jardim de Verão

23 junho a 20 julho 2017

Fundação Calouste Gulbenkian



Programação completa: gulbenkian.pt/jardimdeverao/

quarta-feira, 22 de março de 2017

Estoril Sol relança Prémios Literários em homenagem a Agustina Bessa-Luís e a Fernando Namora


Abolido o limite de idade para o Prémio Revelação

 A Estoril Sol volta a instituir, este ano, o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa- Luís e o Prémio Literário Fernando Namora, em homenagem aos dois grandes escritores de Língua Portuguesa. Em relação ao Prémio Revelação, é de registar que, desde o ano passado, foi abolido do seu Regulamento o limite dos 35 anos de idade, cláusula que o Júri considerou estar a condicionar o aparecimento de novos valores.

Com a extinção dessa norma considerada restritiva, a Estoril Sol corresponde, assim, aos pedidos manifestados por numerosos candidatos que estavam impossibilitados de participar no concurso.

Mantém-se, contudo, a obrigatoriedade do romance concorrente ser inédito, e de autor português, “sem qualquer obra publicada no género”.

A 10ª edição do Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís terá o valor de 10 mil euros e, nos termos do Regulamento, será publicado pela Editora Gradiva, de acordo com o protocolo existente com a Estoril Sol.

Guilherme D `Oliveira Martins preside ao júri, comum aos dois Prémios Literários da Estoril Sol, uma das mais prestigiadas iniciativas que integram o calendário de eventos com relevância cultural.

Juntamente com o Prémio Literário Revelação, é mantido o Prémio Literário Fernando Namora, instituído regularmente desde 1988, e cujo Júri foi presidido, durante vários anos, por Agustina Bessa-Luís e, posteriormente, por Vasco Graça Moura.

O Prémio Literário Fernando Namora, reservado a romances publicados, e com periodicidade anual, tem o valor de 15 mil euros. Recorde-se que foi Afonso Cruz, com o seu romance Flores, o vencedor no ano passado.


O Júri, além de Guilherme D`Oliveira Martins, que preside, em representação do CNC


– Centro Nacional de Cultura, integra, ainda, José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores; Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas; Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários; e, ainda, Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, convidados a título individual e Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, em representação da Estoril Sol.


Entretanto, expira a 31 de Maio o prazo de recepção das obras originais para a 10ª edição do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís e dos romances publicados para a 20ª edição do Prémio Literário Fernando Namora.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

QUARTO ESCURO - Dia 28 de janeiro, entre as 17h00 e as 18h30, no cinema São Jorge

Dia 28 de janeiro, entre as 17h00 e as 18h30, no cinema São Jorge
QUARTO ESCURO


Numa operação relâmpago de solidariedade levada a cabo pelo programa Prova Oral, da Antena 3, surge a 1ª edição de Quarto Escuro no dia 28 de janeiro, às 17h00, no cinema São Jorge. Um espetáculo às escuras, que reverte integralmente para a Fundação Maria da Conceição, onde ninguém do público saberá o que o espera.
Haverá uma luz em palco, que se acende e apaga. Intermitente, portanto. E duas vozes - Ana Galvão e Fernando Alvim - que apresentam cada um dos intervenientes. É isto. E não é pouco. O objetivo é fazer um espetáculo que supere em absoluto as expectativas de alguém que vai ver um evento às escuras. O que à partida é arriscado…mas as surpresas vão ser muitas e temos a certeza que todos vão ficar conquistados!
Conheça a fundação que iremos apoiar: em 2005, Maria da Conceição criou a Fundação Maria Cristina de forma a intervir nas favelas do Bangladesh para promover a educação de crianças e de as tirar da pobreza.
Assim sendo, Maria da Conceição vive para cumprir a promessa de tirar da pobreza inicialmente 100 famílias da capital do Bangladesh - neste momento já vai em 600 - através da Fundação Maria Cristina, à qual deu o nome da sua mãe adotiva, batendo sucessivos recordes desportivos – foi a primeira mulher a correr sete maratonas em sete semanas seguidas em sete continentes diferentes - incluindo a Antártida, subir o Everest, atravessar o canal da Mancha, entre tantas outras coisas que já lhe valeram algumas distinções, entre as quais a de personalidade do ano pela Revista GQ.
Quarto Escuro no dia 28 de janeiro, entre as 17h00 e as 18h30, na sala principal do São Jorge.
Os bilhetes podem ser comprados nas bilheteiras do São Jorge ou através da ticketline.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

CCB | BIG BAND JÚNIOR > apresentação do novo disco A LUA PARTIDA AO MEIO | 17 dezembro > 21h > Pequeno Auditório


BIG BAND JÚNIOR
Orquestra-Escola de Jazz


A Lua Partida ao Meio

Concerto de lançamento do 2º CD da BBJ


CCB . 17 de dezembro . 21h . Pequeno Auditório





Direção Artística João Godinho e Alexandra Ávila Trindade
Direção Musical e Direção Pedagógica Claus Nymark
Secretário de Orquestra João Fragoso
Som Suse Ribeiro
Produção Executiva Orelha Viva

A Lua Partida ao Meio, tema de Mário Laginha e Maria João, foi o título escolhido para o segundo CD da Big Band Júnior (BBJ), que terá o seu lançamento oficial neste concerto. O CD apresenta duas versões do tema, uma pela voz de Maria João e outra pela voz de Matilde Lopes, cantora da BBJ entre 2014 e 2016. Conta também com as participações dos músicos Gonçalo Marques, João Paulo Esteves da Silva, Mário Delgado e Mário Laginha.

Este concerto é duplamente importante para BBJ: é o concerto de apresentação da nova orquestra da edição 2016/17 da BBJ e um momento de reunião com os ex-elementos da BBJ que gravaram este CD e que agora regressam para celebrar um marco tão importante no percurso de qualquer músico: a apresentação de um novo trabalho discográfico.


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

CCB | Dança >ÁRIDA, de Maria Ramos | 24 e 25 novembro > 21h> Sala de Ensai


Arida
[nova criação]

MARIA RAMOS

CCB . 24 e 25 de novembro de 2016 . Sala de Ensaio. 21h






Direção Artística e Coreografia Maria Ramos

Design de Luz e Espaço Cénico Vinny Jones

Design de Som Francisco Salgado

Interpretação Marta Cerqueira

Direção técnica Mário Bessa

Acompanhamento artístico Martinho R. Fernandes


Árida, nova criação de Maria Ramos, surge na continuidade do trabalho coreográfico Something Still Uncaptured, ambos em colaboração com a designer de luz Vinny Jones.


«Na peça anterior, trabalhamos a partir da ideia de contenção e adensamento do espaço. Chamamos-lhe ‘paisagem-em-ação’. 
Neste trabalho, continuamos a desenvolver a noção de ‘paisagem-em-ação’, mas explorando a noção de aridez, vastidão e expansão do espaço cénico. Os corpos dos intérpretes, colocados num ambiente árido, exposto, ofuscante, extremo, não assumirão o papel principal. Os seus corpos, no caminho do som, do vento e da luz, serão como obstáculos em função dos quais o espaço se agita, ressoando, fazendo atrito, moldando-se-lhes, desviando-se... 


Interessa-nos trazer para o palco as agitações do mundo natural, onde o pulsar do ser humano existe como existe o pulsar de outros elementos naturais: um planalto inóspito, uma escarpa a romper a terra… Num palco árido, mas não pobre, estabelece-se uma analogia entre esta visão artística e as regiões áridas do planeta.»

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Casino Estoril celebra 85 anos com concerto de Mariza e exposição histórica a 23 de Novembro

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Concerto exclusivo de Mariza no Salão Preto e Prata

Convidados especiais Rui Veloso, Boss AC e Miguel Gameiro

Exposição comemorativa no átrio principal

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Inaugurado em 1931, o Casino Estoril celebra, no próximo dia 23 de Novembro, o seu 85º aniversário. O programa festivo inicia-se, às 19 horas, no átrio principal, com a inauguração da exposição “85 Anos Casino Estoril”. Em noite de Gala, a festa prossegue, às 21 horas, com um jantar dançante com a Orquestra do Hot Clube de Portugal, culminando, pelas 23 horas, com um concerto exclusivo de Mariza no Salão Preto e Prata.

Fiel à sua matriz, o Casino Estoril concebeu, assim, criteriosamente um programa comemorativo de índole cultural, no qual pontifica uma exposição histórica e um concerto único de Mariza, à qual se juntam alguns seus convidados.


Precursor de iniciativas artísticas e culturais

Recorde-se que, em 85 anos de actividade, o Casino Estoril distinguiu-se por diversas iniciativas, algumas delas precursoras, no âmbito da cultura e do espectáculo.

Sob concessão do Grupo Estoril Sol, o Casino Estoril organizou memoráveis corsos de Carnaval, bem como espectáculos de music-hall que foram casos de sucesso acolhendo, inclusive, importantes personalidades do mundo das artes, do espectáculo, do cinema, bem como da alta finança e da política internacional.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Estoril Sol institui a 2ª edição do Prémio Vasco Graça Moura

No valor de 40 mil euros


Estoril Sol e a Editorial Babel voltam a instituir o Prémio Vasco Graça Moura - Cidadania Cultural



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Prazo de candidaturas exteriores ao Júri termina a 15 de Novembro

A Estoril Sol, em parceria com a Editorial Babel, volta a instituir, este ano, o Prémio Vasco Graça Moura - Cidadania Cultural, com o valor de 40 mil euros. Trata-se da 2ª edição de uma das mais prestigiadas iniciativas que integram o calendário de eventos nacionais com relevância cultural. O prazo de recepção das candidaturas exteriores ao júri expira a 15 de Novembro.

O Prémio Vasco Graça Moura, de periodicidade anual, está reservado a uma personalidade de nacionalidade portuguesa, que se tenha notabilizado por um conjunto de obras, ou por uma obra original e inovadora de excepcional valia para a Cidadania Cultural do País.

Segundo o regulamento, o Prémio poderá ser atribuído a um escritor, ensaísta, poeta, jornalista, tradutor ou produtor cultural que, ao longo da carreira haja contribuído para dignificar e projectar no espaço público o sector a que pertença.

Ao promover este Prémio, a Estoril Sol e a Babel assumem a convicção de que a sua natureza e abrangência serão o justo reconhecimento pela obra multidisciplinar de Vasco Graça Moura, e pela sua imensa, profícua e invulgar polivalência criativa.

As candidaturas deverão ser apresentadas e fundamentadas pelos membros do Júri e por personalidades ou entidades que o desejem fazer.

Todas as candidaturas exteriores ao Júri deverão ser remetidas em correio registado, ou serem entregues, por protocolo, até 15 de Novembro de 2016, no seguinte endereço: “Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural ” Gabinete de Imprensa da Estoril-Sol – Casino Estoril – Av. Dr. Stanley Ho - 2765-190 Estoril.

Recorde-se que Eduardo Lourenço foi o vencedor da primeira edição, tendo recolhido a unanimidade do júri em função do “ percurso intelectual do premiado”, que “corresponde inteiramente aos objetivos definidos aquando da criação deste Prémio”.

O Prémio será atribuído por um Júri presidido por Guilherme D`Oliveira Martins, cuja base é comum ao dos Prémios Literários Fernando Namora e Revelação Agustina Bessa-Luís - ao qual presidiu Vasco Graça Moura - acrescentado pelos representantes da Editora Babel, parceira da iniciativa.

sábado, 27 de agosto de 2016

CCB | Dança > Israel Galván > FLA.CO.MEN | 8 e 9 setembro às 21h no Grande Auditório










ISRAEL GALVÁN

FLA.CO.MEN


«Um trabalho alegre e aberto que vai para além das expectativas e surpreende a cada momento com um toque divertido, às vezes até gozão. O artista está num momento altamente expressivo, como anunciado previamente, diverte-se em cena e isso é visível.»

Fermín Lobatón - EL PAÍS, 15/09/2014



CCB . 8 e 9 de setembro. Grande Auditório . 21h


Direção, coreografia e interpretação Israel Galván
Músicos David Lagos, Tomás de Perrate, Eloísa Cantón, Caracafé, Proyecto Lorca (Juan Jiménez Alba e Antonio Moreno)
Direção artística e coreografia de “Sevillanas” Pedro G. Romero
Encenação e coreografia de “Alegrías” Patricia Caballero
Desenho de luz Rubén Camacho
Som Pedro León

Direção técnica Pablo Pujol
Coordenação de ensaios Balbi Parra
Figurinos Concha Rodríguez



O bailarino e coreógrafo espanhol Israel Galván, natural de Sevilha, é hoje considerado por muitos como uma das figuras mais invasoras do flamenco contemporâneo. No palco do Grande Auditório vai apresentar o espetáculo FLA.CO.MEN, estreado a 14 de setembro de 2014 na XVIII Bienal de Flamenco de Sevilha.



FLA.CO.MEN é mais do que um espetáculo de flamenco tradicional; é, ao mesmo tempo, um concerto (sendo a música um dos mais importantes aspetos da dança flamenca) e uma performance. Galván incorpora no seu flamenco todas as influências que vai beber aos seus contemporâneos da dança, sem esquecer os seus mestres e o tradicionalismo. Faz a verdadeira reinvenção do flamenco em palco, sozinho, acompanhado de um grupo de músicos.



O corpo de Israel Galván fala-nos através do som, juntamente com os instrumentos dos músicos: é vento, metal e cordas, sem esquecer percussão.

A fusão é algo recorrente nas obras do coreógrafo: tambores africanos com ritmos cubanos, melodias antigas com contemporaneidade; apesar disso, o verdadeiro flamenco continua lá e bem vincado.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

1936, O Ano da Morte de Ricardo Reis

Na BARRACA, estreou este espectáculo de Hélder Mateus da Costa a partir do romance de José Saramago.



O Elenco da Barraca com João Maria Pinto, Sergio Moras,Carolina parreira, Sónia Barradas e Samuel Moura coadjuvam dois actores que é justo destacar : Ruben Garcia no Fernando Pessoa defunto e o seu heterónimo Ricardo Reis por Adérito Lopes.
Espectáculo a não perder. 


Até 31 de Julho, 5ª a Sábado 21, 30, Domingo 17 horas.


RESERVAS : por este mail ou 213965360

quinta-feira, 7 de julho de 2016

VERÃO CLÁSSICO 2016 - Academia Internacional de Música de Lisboa e PRÉMIO DE COMPOSIÇÃO CCB - DSCH


VERÃO CLÁSSICO 2016

ACADEMIA INTERNACIONAL DE MÚSICA DE LISBOA

30 julho > 6 agosto 




Foi ontem apresentada à comunicação social a 2ª edição do Verão Clássico – Academia Internacional de Música de Lisboa, que irá decorrer no Centro Cultural de Belém, entre 30 de julho e 6 de agosto de 2016, e engloba Masterclasses de Instrumento e de Música de Câmara, orientadas por professores das mais importantes instituições musicais do panorama mundial, prémios para os melhores participantes, e concertos diários (entre 30 de julho e 6 agosto) no Festival de Música de Câmara, com a presença dos participantes e dos músicos mais conceituados da atualidade.

A par disso, também se apresentou o Prémio de Composição CCB – DSCH, uma novidade deste ano. No âmbito do VERÃO CLÁSSICO, com o objetivo de incentivar e divulgar a criação musical erudita contemporânea em Portugal, o Centro Cultural de Belém e o DSCH - Schostakovich Ensemble decidiram instituir o Prémio de Composição CCB – DSCH. O Prémio de Composição CCB – DSCH destina-se a galardoar uma obra musical, na área da música de câmara, da autoria de um compositor de nacionalidade portuguesa, ou estrangeiro residente em Portugal há mais de cinco anos, nascido até de 1 de janeiro de 1992.


Este é o prémio de mais elevado valor pecuniário em Portugal (5.000€) e inclui a edição em partitura e a estreia da obra, no decorrer dos Dias da Música, no CCB, em abril de 2017.



Consulte os links abaixo para mais informações.




segunda-feira, 13 de junho de 2016

Carlos do Carmo em concerto inédito com a Orquestra Gulbenkian │ 25 junho 2016, 21.30h │ Fundação Calouste Gulbenkian


No próximo dia 25 de junho, a Orquestra Gulbenkian convida, pela primeira vez, Carlos do Carmo e o seu trio a uma viagem partilhada pelo seu repertório mais emblemático. Este concerto inédito realiza-se no Anfiteatro ao ar livre do Jardim Gulbenkian e insere-se na programação Jardim de Verão, para comemorar os 60 anos da Fundação Calouste Gulbenkian.

“Aceitei com muita honra este convite da Orquestra Gulbenkian, que representa uma instituição que tenho como referência histórica da cultura portuguesa e de uma importância inigualável”, diz Carlos do Carmo sobre esta iniciativa, à qual se junta Ivan Lins, amigo de longa data do fadista, como convidado especial para um diálogo com a canção brasileira.

No 5.º aniversário da proclamação do Fado como Património Cultural Imaterial da Humanidade, Carlos do Carmo e o seu trio – José Manuel Neto (guitarra portuguesa), Carlos Manuel Proença (viola de fado) e Daniel Pinto (baixo acústico) – vão partilhar o palco, pela primeira vez, com a Orquestra Gulbenkian dirigida pelo Maestro Rui Pinheiro. Ivan Lins juntar-se-á para tocar alguns temas com a Orquestra Gulbenkian e para um dueto com Carlos do Carmo.

“Nada melhor do que convidar um amigo e grande músico, Ivan Lins, para em conjunto partilharmos este momento que considero como uma distinção”, afirma o fadista que há mais de 50 anos vem construindo uma das carreiras mais sólidas no panorama artístico português.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Comédia “Plaza Suite” no Casino Lisboa com Alexandra Lencastre e Diogo Infante

Com irresistíveis propostas de humor, o Casino Lisboa recebe, de 3 a 26 de Junho, a comédia “Plaza Suite”. Alexandra Lencastre e Diogo Infante são os grandes protagonistas de uma curta, mas intensa, temporada de representações que promete divertir os espectadores no Auditório dos Oceanos.

Há espectáculos que se tornam em verdadeiros fenómenos. É o caso de “Plaza Suite”, a comédia que voltou a juntar Alexandra Lencastre e Diogo Infante. Uma dupla perfeita que estará, desta vez, em destaque no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa.

"Plaza Suite"é uma comédia inspirada no amor que convida o público a acompanhar as desventuras de dois casais muito diferentes que enfrentam momentos cruciais nas suas vidas. São duas histórias distintas escritas por Neil Simon, um dos nomes maiores da dramaturgia norte americana.

Com um humor sofisticado e deliciosamente engraçado, “Plaza Suite” vai de encontro aos receios de todos aqueles que amam: pode um amor durar para sempre? A resposta, nem sempre fácil e muito menos óbvia, fica ao critério do público. Mas, será certamente uma noite inebriante que permitirá ver Alexandra Lencastre e Diogo Infante, em dois registos distintos, brilharem em palco.

Ficha técnica:

Texto: Neil Simon | Tradução: Luísa Costa Gomes | Encenação: Adriano Luz | Assistente de encenação: Isabel Rosa | Cenário: Fernando Ribeiro | Figurinos: Isabel Carmona | Música: Filipe Melo | Desenho de luz: Luís Duarte | Produção: Força de Produção | Interpretação: Alexandra Lencastre, Diogo Infante, Helena Costa e Ricardo de Sá.

O Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa acolhe, de 3 a 26 de Junho, a comédia “Plaza Suite”. As actuações decorrem às Sextas-Feiras e aos Sábados às 21h30. 

Aos Domingos as representações estão agendadas para as 17h00.

M/12


*Nos dias 24 e 25 de Junho não haverá espectáculos.


Bilhetes à venda:
Ticketline: www.tiketline.pt, Fnac e nos locais habituais

Informações e reservas: Info & Reservas ligue 1820 (24h).

Preços: 1ª Plateia: 16€ | 2ª Plateia: 14€ | 3ª Plateia: 12€

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Presidente da República entregou a Eduardo Lourenço o Prémio Vasco Graça Moura no Casino Estoril

Em cerimónia solene realizada no Auditório do Casino Estoril, o escritor e ensaísta Eduardo Lourenço recebeu das mãos do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o galardão do primeiro Prémio Vasco Graça Moura - Cidadania Cultural, instituído pela Estoril Sol. A cerimónia culminou quando a fadista Katia Guerreiro subiu ao palco para interpretar as composições “As Quatro Operações” e “Até ao Fim”, dando voz a duas poesias de Vasco Graça Moura.

“Quando alguém atribui um prémio a Eduardo Lourenço esse é por natureza incontestável”, disse Marcelo Rebelo de Sousa que presidiu a este importante evento, que contou com a presença de Vasco e Teresa Graça Moura, filhos do homenageado.

Compareceram, ainda, numerosas personalidades de relevo da sociedade portuguesa, nomeadamente das áreas política, económica e cultural, bem como os membros do Júri que atribuiu o Prémio, instituído pela Estoril Sol, em parceria com a Editora Babel, no valor de 40 mil euros.

O Presidente da República referiu, ainda, que “se Eduardo Lourenço parece consensual e Graça Moura belicoso, talvez convenha lermos com atenção e sem preconceitos um e outro. Homens complexos, fascinantes, figuras da alta cultura, que nunca quiseram deixar de ser figuras da cidadania e que hoje homenageamos, na ausência muito presente de um e na alegria, no júbilo intenso da presença de outro”, referiu.

O Presidente do Júri, Guilherme d’Oliveira Martins, sublinhou: “Em tempos de incerteza, Eduardo Lourenço representa uma voz de esperança, que apela ao diálogo e à paz, com salvaguarda da liberdade de consciência e do sentido crítico. A sua heterodoxia mantém-se viva e actual em nome do compromisso cívico com a liberdade e uma responsabilidade solidária. A cidadania cultural que se reconhece, corresponde a um apelo permanente e insistente – só o inconformismo, a vitalidade criadora, a compreensão da História e da incerteza, a consideração da diversidade e da complexidade podem valer a pena”.

Após o momento solene da entrega do galardão, uma obra escultórica de Jorge Pé- Curto, foi Eduardo Lourenço quem, usou da palavra: “É uma excessiva honra aquela que o Prémio Vasco Graça Moura me confere, pois sou um simples ensaísta. Numa cerimónia em que foi evocado não só um amigo, mas também um grande poeta, só posso ficar sensibilizado pelo que foi, hoje, dito aqui sobre mim”.

Por sua vez, Paulo Teixeira Pinto, Presidente do Conselho de Administração da Babel, sublinhou o legado de cidadania e relevo cultural de Vasco Graça Moura, sugerindo a leitura da obra de um “nome incontornável da cultura portuguesa”. “Sou incapaz de encontrar palavras para descrever a dimensão do que Vasco Graça Moura significa para mim”, confessou.

Na abertura da cerimónia, o Presidente da Estoril Sol, Mário Assis Ferreira, referiu: “Coube-me a honra de ser anfitrião de uma cerimónia em que se consagra, de forma indelével, essa intrínseca trilogia entre Cidadania, Literatura e Cultura. Pois que, no seu baptizar, este “Prémio Vasco Graça Moura - Cidadania Cultural”, logrou sintetizar, quer na sua designação, quer na sua homenagem, quer no seu premiado, as vertentes constitutivas de uma Cidadania Plena. Cidadania Cultural, sinónimo de Cidadania Plena! Esse, o estatuto superlativo de raras Personalidades, um estatuto que transcende o acervo de direitos e deveres da comum cidadania e se eleva a essesublime patamar em que a Literatura, a Arte, a Cultura, são a fonte de uma Luz que  inspira a Alma e faz pairar, intangíveis, altares alcandorados em conhecimento e sabedoria”.

“Cultura essa que tem sido, desde que em, 1987, foi assumida uma nova gestão na Estoril Sol, a tónica dominante que nos norteou. Mais do que um Casino, foi nas Artes Plásticas, nas Artes Cénicas, na Música, no Teatro, na Literatura, nos Prémios Literários, na publicação dessa revista de culto que é a Egoísta, que buscámos a sede própria de uma matriz conceptual e vocacional que é nossa, da Estoril Sol, e que abraçámos com rigor e convicção. Missão essa que nunca está cumprida, pois o desafio da Cultura é tão abrangente – e, infelizmente, tão solitário – que quanto mais avançamos neste gratificante percurso, mais distante nos parece a meta que almejámos alcançar. Por isso, este novo “Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural” é, afinal e apenas, um novo e dignificante passo rumo a esse horizonte de esperança iluminado em Cultura. Portugal merece-o e a nós compete estar à altura de merecê-lo!”, concluiu.

terça-feira, 17 de maio de 2016

Escola Electrão vai levar mil alunos e professores ao Rock in Rio-Lisboa

A Escola Electrão vai levar ao Rock in Rio-Lisboa as várias escolas que participaram nesta acção, num total de mil alunos e professores de todo o País. A sessão de encerramento e anúncio dos vencedores desta iniciativa de sensibilização da Amb3E, que desafia as escolas a recolher aparelhos eléctricos e pilhas usadas, vai ter lugar na Cidade do Rock, no Parque da Bela Vista, no dia 27 de maio.

Durante uma manhã, todos estes alunos e professores vão ser convidados especiais da área VIP, onde vai decorrer a cerimónia de entrega de prémios. Esta é a primeira vez que uma iniciativa desta natureza acontece no Rock in Rio-Lisboa. Para muitos dos jovens, esta será uma oportunidade única de visitarem a Cidade do Rock. Durante a tarde, além dos vários concertos, os alunos poderão assistir aos espectáculos e animações de rua da EDP Rock Street, além das já tradicionais diversões como slide e roda gigante e iniciativas que vão transformar o recinto num verdadeiro parque temático da música.

Neste dia, os alunos poderão ainda divertir-se com as activações Electrão no Parque da Bela Vista, onde a Amb3E vai convidar todos os festivaleiros a “Reciclar ao som do Rock.” Na loja Electrão, poderão participar num jogo que, de uma forma original, os vai fazer conhecer melhor a Rede Electrão.

Pedro Nazareth, Director Geral da Amb3E, Associação que gere a Rede Electrão, comentou: “A Escola Electrão conta já com quatro edições, nas quais foram recolhidas cerca de 5 mil toneladas de resíduos. Contudo, queremos continuar a inovar de forma a envolver mais as escolas e sensibilizá-las para a importância da reciclagem deste tipo de resíduos. Este ano, temos mais de 300 escolas inscritas, num total de, aproximadamente, 240 mil alunos e o balanço que fazemos é extremamente positivo.”

A Escola Electrão é uma campanha da Amb3E, que pretende sensibilizar e envolver professores, alunos, funcionários, pais e comunidade em geral, para a importância da reciclagem dos equipamentos eléctricos e pilhas usadas. Conta com o apoio da Direcção Geral da Educação e da Agência Portuguesa do Ambiente.

A escola que reunir mais resíduos será premiada com 10 mil euros e as que conseguirem recolher mais lâmpadas e pilhas receberão dois mil euros cada. Também serão atribuídos dois prémios per capita de 1500 e 1000 euros, e 20 prémios para os vencedores distritais, de 750 euros cada. Haverá, ainda, um prémio de sensibilização ambiental, que pretende destacar os projectos de educação ambiental que representem um benefício para a Escola, no valor de 2500 euros. Adicionalmente, será atribuída uma bonificação de 50 euros/tonelada para todas as escolas que encaminhem mais de uma tonelada de resíduos para a Rede Electrão da Amb3E.