Mostrar mensagens com a etiqueta Livros.... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Livros.... Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 26 de julho de 2017

O Livro da Bicicleta


Já se imaginou a ir para o emprego de bicicleta, enquanto sente o vento e o sol no rosto, desfruta calmamente do seu percurso, evita o trânsito caótico e ainda poupa tempo e dinheiro em gasolina e faz muito pela sua saúde?

O cenário é bonito mas também difícil de concretizar pois, de repente, começa a pensar como é que vai conseguir levar os seus filhos na bicicleta? como vai fazer nos dias em que chover? como vai transportar as compras que costuma colocar na bagageira do seu carro? ou como vai enfrentar aquela subida íngreme que parece impossível de vencer?

Miguel Barroso, especialista na área da Mobilidade Sustentável, prova-nos ao longo deste livro que todas estas questões podem ser facilmente resolvidas. Uns simples alforges podem solucionar o problema das compras, e uma cadeira específica, o transporte do seu filho, e vai ver que, passadas umas semanas, a subida já não é assustadora, mas apenas um pequeno declive. A chuva? Nada que um poncho impermeável não resolva, mas se vir bem não chove assim tantas vezes em Portugal.

E não tem de vestir uns calções de lycra para andar de bicicleta, é perfeitamente possível vestir o seu melhor fato e pedalar até ao seu destino. Estamos tão presos a uma lógica onde todas estas deslocações são feitas de outros modos (geralmente o carro) que deixar os velhos hábitos nem sempre é fácil. Mas acredite que é possível e este livro vai ajudá-lo a perceber que, depois de ultrapassados estes obstáculos aparentemente intransponíveis, a bicicleta vai passar a ser a sua melhor aliada.

Dias dos Avós

Sabe porque se assinala o Dia dos Avós no dia 26 de julho? Porque nesse mesmo dia comemoram-se os Dias de Santa Ana e de São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.

Mesmo sem atentarmos ao calendário religioso, há já alguns anos que este dia entrou no leque daqueles a que as famílias prestam uma atenção especial. A pensar nisso, A Esfera dos Livros edita este pequeno livrinho – Avó, Conte-me a sua História.

Aqui, a sua Avó vai poder escrever a sua história, as suas memórias, as suas preferências, enfim, revelar-se como nunca se revelou e certamente vai descobrir uma Mulher ainda mais bonita, fascinante e adorável do que aquela que tinha conhecido até agora. É um livro para guardar junto dos tesouros de família: aquela fotografia especial em que a Avó está connosco ao colo, aquele brinquedo do qual somos incapazes de nos separar porque a Avó o escolheu com um carinho especial ou o casaco de malha que tricotou com muito amor. Um livro para passar de geração em geração, para que a figura da Avó fique para sempre na memória de todos.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

S.O.S. Operação Bikini - O PLANO DE 31 DIAS PARA OBTER UMA BARRIGA FIRME

Barriga Fit não é um guia de atividade física, nem um manual de dieta, mas um diário de saúde e de boa forma que, uma vez seguido ao longo de um mês, lhe vai trazer resultados surpreendentes e duradouros, com um corpo mais bonito e uma barriga verdadeiramente fit.

Izabel de Paula traz-nos uma massagem específica por dia, para aplicar a si própria e também uma «mezinha» de fácil preparação. Esta combinação arrasadora irá fazer com que perca rapidamente volume abdominal e favoreça a oxigenação das células, eliminando toxinas, tonificando os músculos e, em pouco tempo, começar a perder barriga. Barriga Fit ensina-lhe também os exercícios físicos mais eficazes para fortalecer os músculos abdominais, que poderá executar com facilidade em qualquer sítio.

E, para que se sinta acompanhada e com uma motivação acrescida, encontrará um mapa dos seus treinos diários e uma grelha para preencher com informações sobre o que põe no prato.


«Sei que este livro vos vai ajudar a atravessar o "deserto das gorduras localizadas". Isto vindo de uma mulher magra pode soar a disparate, mas a flacidez e a celulite afetam todas as mulheres – e eu não sou exceção.»

Ana Sofia Martins, atriz

terça-feira, 6 de junho de 2017

Curar sem medicamentos - Tâmara Castelo

Quantas vezes é que, ao primeiro sintoma de febre, se medica uma criança com paracetamol ou ibuprofeno quando há outras soluções tão ou mais eficazes e, ainda por cima, sem efeitos secundários a médio e longo prazo?

Por que razão se toma tantos anti-histamínicos sem ter em conta que a alimentação é absolutamente determinante para prevenir as alergias, nomeadamente se tivermos cuidado com os lacticínios e o glúten? Isto já para não falar das infeções urinárias ou das gastroenterites, que acabam por nos levar a um círculo vicioso de tomas de antibióticos quando isso é perfeitamente evitável?

O pêssego, o pepino, os cogumelos, o cravinho, o tomilho, a cera de abelhas, as infusões das mais diversas plantas, entre centenas de outros produtos, têm propriedades medicinais que nos ajudam a prevenir e resolver numerosos problemas de saúde, como rinite, laringite, otite, vários tipos de tosse, eczema, má circulação, obstipação, enjoos, complicações do foro digestivo, etc., etc., etc...

«Há muitas patologias, sobretudo as que podem ser mortais, em que a medicina e a farmacologia convencionais continuam a ser uma opção para mim, seja como profissional, como paciente ou como mãe. É também por isso que sigo à risca o plano nacional de vacinação. Mas há uma série de doenças comuns em que os químicos estão longe de constituir as ferramentas mais indicadas para as combater. Ao longo da minha prática clínica, graças aos meus conhecimentos de Medicina Tradicional Chinesa e Homeopatia, pude comprovar que a maioria dos medicamentos podem ser evitados se optarmos por uma alimentação saudável e se recorremos a soluções cem por cento naturais. É essa experiência que partilho consigo neste livro prático, que poderá consultar para se prevenir, mas também em caso de S.O.S.» Tâmara Castelo

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Carlos de Oliveira na Colóquio/Letras Lançamento dia 6 maio, 16h, Museu do Neo-Realismo

No dia 6 de maio, às 16h, é lançado o novo número da revista Colóquio/Letras (Fundação Calouste Gulbenkian), em que o núcleo principal é dedicado ao escritor Carlos de Oliveira. O lançamento realiza-se no Museu do Neo-Realismo, em Vila Franca de Xira, onde está patente até 29 de outubro a exposição Carlos de Oliveira: a parte submersa do iceberg, com a apresentação do espólio de um dos grandes nomes da poesia e da prosa do século XX em Portugal.

No dossiê desta Colóquio/Letras sobre Carlos de Oliveira (1921-1981) são publicados cinco ensaios — da autoria de Osvaldo Manuel Silvestre, Rui Mateus, José Geraldo, Ricardo Namora e Clara Rowland — que exploram o espólio do autor de “Trabalho Poético”, “Finisterra Paisagem e Povoamento” e “Uma Abelha na Chuva” (romance a partir do qual Fernando Lopes realizou um filme que se tornou central no cinema português), apresentando novas perspetivas de abordagem e novos leitores.

São também publicados neste número da revista vários inéditos do escritor, uma primeira amostra dessa “parte submersa do iceberg” que é o seu espólio, e que permitem perceber o potencial de releitura crítica aí contido. Entre estes documentos contam-se duas cartas inéditas de Carlos de Oliveira, uma para Benjamin Abdala Junior e outra para Giulia Lanciani, de quem se publicam também neste número depoimentos, junto com os de Maria Lúcia Dal Farra, Baptista-Bastos e Gastão Cruz, partes de um diálogo intenso que a própria correspondência do autor regista.

Destacam-se ainda neste número de maio/agosto a entrevista ao poeta Adonis, oriundo do Médio Oriente, e as evocações de duas figuras recentemente desaparecidas: João Lobo Antunes, médico, humanista e homem de cultura, e da poeta suíça Anne Perrier.

Ilustrado com várias imagens de Ilda David, incluindo a capa, o número 195 da Colóquio/Letras será apresentado por Nuno Júdice, diretor da revista, e Osvaldo Manuel Silvestre, curador da exposição Carlos de Oliveira: a parte submersa do iceberg.

Mãe, Conte-me a sua História


Este livro é o princípio da conversa que sempre quiseste ter com a tua Mãe. Uma conversa íntima que te levará a conhecer melhor a história da pessoa mais importante da tua vida.

Como foi a infância da tua Mãe? Quais eram as suas paixões? Que grandes alegrias teve? Como foram os momentos mais marcantes da sua vida? Como foi o dia em que nasceste? E o que é que nunca te contou?

Espera pelo momento certo. Depois agarra numa caneta, pousa este livro no colo e senta-te diante da tua Mãe. Serás tu a entrevistá-la. Regista nestas páginas tudo o que souberes com as tuas perguntas nesses momentos únicos, irrepetíveis, mas que se prolongarão na eternidade. Guarda com carinho este livro escrito por ti. Irás transformá-lo num tesouro. Através dele, com a tua letra, a memória da tua Mãe chegará aos teus filhos e aos filhos deles. 

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Manual Básico de Costura Criativa, de Joana Nobre Garcia



Quantas vezes já teve que pedir à sua mãe que lhe cosesse os botões da roupa dos seus filhos, porque não sabe como fazê-lo, ou recorre a uma costureira para lhe tratar da bainha das calças? A máquina de costura que comprou está arrumada a um canto porque não faz ideia de como trabalhar com ela? E aquele tecido que era perfeito para as janelas da sua sala, mas que acabou por não comprar porque costurar uns cortinados lhe pareceu uma tarefa impossível?

Joana Nobre Garcia, autora do bestseller Costura-mania, apresenta este manual em que explica o bê-a-bá da costura em 51 lições – que vão do trabalho mais simples ao mais elaborado. Nestas páginas, poderá aprender a marcar e a cortar tecidos, a chulear, a rematar, a fazer bainhas e decotes e, num nível acima, a costurar capas de almofadas, cortinados e toalhas de mesa ou mesmo a criar uma manta em patchwork.

Depois é só pôr mãos à obra e começar a costurar – para si, para a sua família, para a sua casa e, quem sabe, para transformar este hobby num bom negócio. Aliás, não vá ser essa a sua ideia, a autora dá vários conselhos e pistas que têm como objetivo motivar as suas leitoras mais empreendedoras a levar a costura (ainda mais) a sério.

Se quiser experimentar – antes de investir numa máquina – apareça no dia 20 no atelier Rosapomposa. Vamos estar à sua espera!


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Fátima - das Visões dos Pastorinhos à Visão Cristã, de Carlos A. Moreira Azevedo

100 anos depois, Fátima mantém um notável impacto não só devido à autenticidade simples e infantil dos seus inícios, mas à capacidade que tiveram os mediadores dos factos e da mensagem, a começar pela própria Lúcia, dotada de uma vida longa.

Depois de uma importante consulta de material do Archivio Segreto Vaticano, D. Carlos A. Moreira Azevedo revela nestas páginas o processo da escolha do primeiro bispo da diocese de Leiria e traz à luz novos dados sobre a política portuguesa entre 1917 e 1930. Além dos videntes, fala-nos de personagens essenciais a Fátima, como o Padre Manuel Formigão e o Bispo D. José Correia da Silva. É, portanto, uma releitura crítica sobre o fenómeno das visões ocorridas na Cova da Iria há 100 anos, partindo da situação sociocultural de Portugal e da Europa e da realidade familiar e psicológica das personalidades envolvidas, que encontramos neste livro.

D. Carlos A. Moreira Azevedo coloca ao serviço do grande público uma leitura que une o conhecimento das fontes com uma visão cristã de um fenómeno religioso de origem popular, sucessivamente apropriado e relido, reinterpretado ao compasso da história e sempre aberto no horizonte do futuro.

sábado, 1 de abril de 2017

Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís recebe candidaturas até 31 de Maio

No intuito de dinamizar a ficção portuguesa, a Estoril Sol instituiu, novamente, o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís, em homenagem à grande escritora. É de registar que, desde o ano passado, foi abolido do seu Regulamento o limite dos 35 anos de idade, cláusula que o Júri considerou estar a condicionar o aparecimento de novos valores.

Com a abolição dessa norma considerada restritiva, a Estoril Sol vai ao encontro do desejo manifestado por numerosos candidatos ao concurso, que se viam impossibilitados de nele participarem. Mantém-se, contudo, a obrigatoriedade do romance concorrente ser inédito, e de autor português, “sem qualquer obra publicada no género”.

A 10ª edição do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís terá o valor de 10 mil euros e, nos termos do Regulamento, será publicado pela Editora Gradiva, que mantém uma parceria com a Estoril Sol, desde o início deste projecto. O júri será presidido por Guilherme D `Oliveira Martins.

O Júri, além de Guilherme D`Oliveira Martins, que preside, em representação do CNC– Centro Nacional de Cultura, integra, ainda, José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores; Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas; Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários; e, ainda, Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, convidados a título individual e Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, em representação da Estoril Sol.

Juntamente com o Prémio Literário Revelação, a Estoril Sol mantém o Prémio Literário Fernando Namora, instituído regularmente desde 1988, e a cujo Júri presidiu, durante vários anos, Agustina Bessa-Luís.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Estoril Sol relança Prémios Literários em homenagem a Agustina Bessa-Luís e a Fernando Namora


Abolido o limite de idade para o Prémio Revelação

 A Estoril Sol volta a instituir, este ano, o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa- Luís e o Prémio Literário Fernando Namora, em homenagem aos dois grandes escritores de Língua Portuguesa. Em relação ao Prémio Revelação, é de registar que, desde o ano passado, foi abolido do seu Regulamento o limite dos 35 anos de idade, cláusula que o Júri considerou estar a condicionar o aparecimento de novos valores.

Com a extinção dessa norma considerada restritiva, a Estoril Sol corresponde, assim, aos pedidos manifestados por numerosos candidatos que estavam impossibilitados de participar no concurso.

Mantém-se, contudo, a obrigatoriedade do romance concorrente ser inédito, e de autor português, “sem qualquer obra publicada no género”.

A 10ª edição do Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís terá o valor de 10 mil euros e, nos termos do Regulamento, será publicado pela Editora Gradiva, de acordo com o protocolo existente com a Estoril Sol.

Guilherme D `Oliveira Martins preside ao júri, comum aos dois Prémios Literários da Estoril Sol, uma das mais prestigiadas iniciativas que integram o calendário de eventos com relevância cultural.

Juntamente com o Prémio Literário Revelação, é mantido o Prémio Literário Fernando Namora, instituído regularmente desde 1988, e cujo Júri foi presidido, durante vários anos, por Agustina Bessa-Luís e, posteriormente, por Vasco Graça Moura.

O Prémio Literário Fernando Namora, reservado a romances publicados, e com periodicidade anual, tem o valor de 15 mil euros. Recorde-se que foi Afonso Cruz, com o seu romance Flores, o vencedor no ano passado.


O Júri, além de Guilherme D`Oliveira Martins, que preside, em representação do CNC


– Centro Nacional de Cultura, integra, ainda, José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores; Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas; Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários; e, ainda, Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, convidados a título individual e Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, em representação da Estoril Sol.


Entretanto, expira a 31 de Maio o prazo de recepção das obras originais para a 10ª edição do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís e dos romances publicados para a 20ª edição do Prémio Literário Fernando Namora.

terça-feira, 7 de março de 2017

Num registo irónico e actual, a jornalista Helena Magalhães, apresenta-nos um livro que nos faz reflectir sobre as relações amorosas nos dias de hoje em que as redes sociais marcam o ritmo: as juras de amor são feitas por Whatsapp, os «amo-te» vêm em forma de fotografia pelo Instagram e os ex-namorados e as ex-namoradas dos ex-namorados convivem alegremente no Facebook, assistindo à nossa vida como se de uma novela se tratasse.

Mas Helena acredita no amor, apesar das relações fast-food que muitas vezes sente na pele. Enquanto homens como o Sem Cojones, o Flash, o Velho, o Poeta ou o Telecomunicações vão passando pela sua vida sem deixar nada para contar a não ser histórias caricatas e, por vezes, inverosímeis, Helena Magalhães quer viver todas as sensações que o amor puder oferece-lhe e nunca vai contentar-se com menos do que isso, porque o amor é mais do que isto e há que dizer «não» até que a vida nos dê a entender que chegou o momento de dizer «sim».

Um «sim» apaixonado, confiante e absoluto.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

As Manhãs da Leonor - Pequenos-almoços e snacks saudáveis, rápidos e caseiros

É hora de almoço mas vamos falar de pequenos-almoços ou, como se diz por ai, “a refeição mais importante do dia”.

É daquelas pessoas que come sempre a mesma coisa de manhã, encostado à bancada da cozinha enquanto espreita o relógio? Ou dos que saem sem comer diretos para a pastelaria mais próxima? A sério? Com tantas soluções rápidas, saudáveis e caseiras que podem mudar por completo a forma como começa o dia?

A actriz Leonor Seixas e a health coach Sara Marques dos Santos juntaram-se para lhe mostrar como fazer das suas manhãs, manhãs saudáveis e cheias de energia, apresentando-lhemais de 70 receitas de pequenos-almoços, brunches e snacks vegetarianos, sem açúcar, sem glúten e com super-alimentos, que lhe vão dar brilho, energia e boa disposição. Conheça a rotina matinal da Leonor e o que come para estar sempre com aquela energia contagiante e siga as receitas e os conselhos de bem-estar da Sara para viver uma vida mais saudável e em equilíbrio.

Num dia em que a Leonor se levanta às 6 horas da manhã para gravar, é importante que tenha um pequeno-almoço completo, que a ajude a manter a sua jovialidade e energia, mas que seja simples de preparar. Por isso, o ideal são umas overnight-oats, simples e nutritivas, que ficaram preparadas na noite anterior. Já num dia em que se possa levantar mais tarde, há tempo para um brunch descontraído: ovos estrelados em água sobre uma tosta barrada com manteiga de frutos secos e abacate podem ser um verdadeiro banquete!

Mas para o resto da semana existem muitas opções: ao começar o dia, nada melhor do que uma água morna de limão e especiarias, para lhe dar um boost de energia. Para pequenos-almoços rápidos opte por uma granola de coco deliciosa, que pode preparara em 5 minutos, acompanhada por um iogurte caseiro muito simples de fazer ou por umas panquecas de mirtilos. Quando sair de casa, leve consigo umas barras geladas de cenoura e coco ou uma mistura de avelãs e sementes, um snack delicioso que mata a fome a qualquer momento.





quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Construtores do Império, da Conquista de Ceuta à criação do governo-geral do Brasil

O Império Português foi construído por todo o Reino: reis, nobres, membros do clero e do povo, pelos que partiam e pelos que ficavam. Um esforço conjunto que permitiu a Portugal mostrar novos Mundos ao Mundo. Mas quem foram as figuras que encabeçaram esta construção? Algumas são bem conhecidas, como o Infante D. Henrique, Afonso de Albuquerque ou D. João de Castro, mas outras ficaram na sombra. Construtores do Império apresenta-nos 12 biografiasde personalidades que se revelaram essenciais para a construção do Império Português: D. Fernando, o Infante Santo, pelo seu cativeiro e consequente morte, foi o garante da conservação de Ceuta, peça imprescindível para o poder português no Norte de África; D. Beatriz, a única mulher retratada nesta obra, foi responsável pelo crescimento económico da Madeira, pela reorganização do povoamento dos Açores e pelo desenvolvimento de Cabo Verde; Jos Dutra, capitão do donatário dos Açores, representa este grupo e a sua importância na consolidação do Império; Pedro e Jorge Reinel fazem parte da primeira geração de cartógrafos portugueses, o seu talento e conhecimento permitiram visualizar os novos territórios conquistados. Duarte Coelho começou a sua carreira na Ásia, tendo acabado como colonizador do Brasil, um reflexo do deslizar do centro de interesses do Império Português do Oriente para o Atlântico Sul.

Estas são apenas algumas das figuras que os historiadores João Paulo Oliveira e Costa e Vítor Luís Gaspar Rodrigues nos apresentam nesta obra que realça a dimensão da ação individual na História.

Era uma Vez Lisboa, de Luís Ribeiro

A História de Lisboa é feita de vidas, lugares, paixões, tragédias, confrontos, conspirações. Conhecer Lisboa é também recuar no tempo e descobrir a cidade que passou pelas piores calamidades desde o terramoto de 1755, passando pela Peste Negra, até ao dilúvio que matou centenas de lisboetas - mas que sempre se ergueu.

Uns, como Calouste Gulbenkian, vieram de fora e apaixonaram-se perdidamente, outros, como o Marquês de Pombal, fizeram-na renascer das cinzas. Mas Lisboa é feita também de vilões e de heróis. Dos primeiros reza a história que matavam em série e, como Diogo Alves, que, em 1841, foi acusado de assassinar 70 pessoas, ou que burlavam os mais incautos. Já os heróis ficarão para sempre na memória dos lisboetas e Martim Moniz ou os Mártires da Pátria não são apenas topónimos desta cidade, mas, acima de tudo, heróis que deram a vida por aquilo em que acreditavam.

O amor também corre pelas ruas e vielas da capital: o conde de Vimioso perdeu-se de amores pela fadista Severa, e Sá-Carneiro apaixonou-se na amena Lisboa por uma «princesa nórdica num esquife de gelo». As «estórias» lisboetas são tantas que muitas se perderam no tempo, mas nada como recuperá-las: a tentativa do rei D. Manuel I para realizar um combate entre um rinoceronte e um elefante, ou o facto de o embaixador francês em Lisboa Jean Nicot ter sido responsável por pôr o resto do mundo a fumar, ao tornar-se o primeiro importador de tabaco no século XVI.

Estas são algumas das histórias que o jornalista Luís Ribeiro nos apresenta num livro que nos revela uma cidade única e singular que tantas vezes calcorreamos, mas da qual, por vezes, tão pouco sabemos.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

A Linguagem Mágica dos Bebés, de Joana Rombert

Será que chora porque tem sono ou porque tem fome? Está a contorcer-se porque tem frio ou cólicas? O nascimento de um bebé é um acontecimento único na vida dos pais, mas que muitas vezes traz também inúmeras dúvidas. Compreender o comportamento do seu filho, ouvir a sua voz e conseguir interpretá-la vai ajudá-lo a decifrar a sua linguagem, a perceber os recados que lhe quer transmitir e a descobrir as suas reais intenções. Depois pode começar a desfrutar da procura da sintonia e do prazer mútuo de comunicar, criar uma relação tranquila e especial e apaixonar-se ainda mais.

Até chegar ao ponto em que diz “Este é o meu bebé e eu sei do que ele precisa”. Comunicar com o seu filho não implica apenas falar com ele, a linguagem do amor passa também por tocar, embalar, sorrir para o seu bebé, entre tantos outros gestos plenos de ternura e carinho. E quando ele começar a balbuciar, a dizer as primeiras palavras e a produzir as primeiras frases, incentive-o, estimule-o e acredite que pode desde o primeiro momento conversar, porque para comunicar são sempre precisos mais do que um e você e o seu filho serão os interlocutores perfeitos.

A Linguagem Mágica dos Bebés, da especialista Joana Rombert, descreve as várias etapas comunicativas e linguísticas do desenvolvimento da criança, desde os 0 meses até aos 3 anos. Neste livro profusamente ilustrado, encontra ainda as estratégias e os jogos que o vão ajudar a estimular e desenvolver a comunicação com seu filho.



À venda a 27 de janeiro

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Porto d'Honra, de Manuel de Sousa

Um dos mais entusiastas divulgadores da história da cidade do Porto, Manuel de Sousa, traz-nos um extraordinário Porto D’ Honra, uma verdadeira visita guiada pelo passado através de muitos acontecimentos que constituem a identidade portuense.

Um livro feito de segredos e curiosidades que marcam a história da Invicta ao longo dos tempos, como o desastre da Ponte das Barcas, as invasões francesas, o legado deixado pelos judeus (não será por acaso que a cidade alberga a maior sinagoga da Península Ibérica), a história da mãe de todas as praças portuenses: a da Liberdade, ou o famoso cerco do Porto, que acabou por dar à cidade o título de «Invicta».
Muitos dos aspetos relatados são pouco conhecidos ou estão mesmo por descobrir, contribuindo para o carácter sedutor e fascinante do Porto: o atual Palácio da Bolsa, um dos ex-libris da cidade, foi construído sobre as ruínas do Convento de São Francisco, local onde o rei D. João I pernoitou antes de casar com D. Filipa de Lencastre; a Rua do Almada, paralela à Avenida dos Aliados, homenageia João de Almada e Melo que, juntamente com o seu filho, mudou para sempre a face do Porto e criou aquilo que hoje conhecemos como Baixa; ou o Piolho, o primeiro botequim portuense a ter eletricidade e a adquirir uma máquina de café La Cimbali que deu o nome ao cimbalino, etc.


sábado, 10 de dezembro de 2016

Mário Assis Ferreira lançou Os Poemas da Minha Vida em cerimónia realizada no El Corte Inglés



Em cerimónia realizada no El Corte Inglés, Mário Assis Ferreira lançou o livro Os Poemas da Minha Vida perante uma sala repleta de admiradores e amigos. Editada pela Modo de Ler, a obra foi apresentada por Isabel Ponce de Leão. “Que este livro seja um preito de homenagem aos Poetas. E que ele possa desvendar a magia desse nexo entre dois mistérios: o do Poeta e o do Leitor!”, sublinhou Mário Assis Ferreira que regressou à actividade literária, um ano volvido sobre o lançamento do seu livro anterior Egoísta – mas não só.

Numerosas personalidades de relevo da sociedade portuguesa marcaram presença nesta cerimónia, assistindo à oportuna intervenção de Isabel Ponce de Leão, que na apresentação do livro dirigiu algumas palavras de reconhecimento ao autor: “Mário Assis Ferreira, usando da sua habitual elegância, não deixa de referir que a poesia se lê “ao sabor dos estados de alma”. Aproveito a afirmação – estamos de acordo, cientes de que os diferentes estados de alma alteram a semântica do poema. Em práticas intertextuais implícitas e explícitas dá então conta da sua oficina de aprendizagem para se diplomar em amante da poesia – diploma reconhecido –, um amante cauto pois cônscio de que o leitor, enquanto produtor de um novo texto, não pode nem deve adivinhar a intenção do poeta.

“Os 50 poemas seleccionados por Mário Assis Ferreira – acredito que resultantes de hesitações várias, contradições extemporâneas, avanços e recuos e de um hard labor – são, no fundo, um retrato fiel do seu percurso vital e emocional. Ao tornar seus estes poemas é porque neles vive a sua enciclopédia cultural e emocional que os antecipa sem os verbalizar. (…) As opções de Mário Assis Ferreira, vertidas na presente obra, são uma tentativa de auto-conhecimento, ainda que acabe por conhecer um outro marcado pela alienação e pela distância mesmo que o corpus da obra consubstancie o seu pensamento e o seu espírito”, explicou Isabel Ponce de Leão.

“Destes Poemas da Minha Vida “o modesto escriba (…) na confecção da prosa” – assim se diz –, qual “refúgio na tentativa da diferença”, abdicando dos erráticos voos icáricos, liberta o coração e constrói um magnífico poema que mais que a sua história de vida é a história da humanidade. Reflictamos nesta orgânica macrotextual iluminada por um notável e polícromo acrílico sobre tela de Armando Alves em que o azul harmónico, sereno e tranquilo na convocação dos elementos, é primaz; olhemos para esta magnífica edição da mododeler – talvez nos tornemos melhores”, concluiu.

Mário Assis Ferreira congratulou-se por a cerimónia de lançamento da sua obra reunir tantos familiares e amigos. E sublinhou: “Antes de mais, são escassos os meus méritos nesta obra, pois que a ideia nem sequer foi minha: de mim, só houve a fraqueza de ceder à tentação do convite desse anfitrião da Poesia, desse professor de Amizades que é José da Cruz Santos, da Editora Modo de Ler. De mim, sobra, também, o texto introdutório que historia o meu percurso desde que, menino e moço, me encaminharam para os braços a poesia”.

“E, em assomo de ousadia, eis que este vosso modesto prosador, se atreveu a comentar cada um dos cinquenta poemas que escolheu para este livro, neles reflectindo o seu próprio estado de alma, neles perscrutando a intenção do autor. Missão algo temerária pois que, na sua maioria, não são poemas de interpretação unívoca. Mas, afinal, o que é unívoco na alma de um Poeta? O que é unívoco, enfim, nesse seu mergulhar na essência para alcançar o etéreo; nesse seu transbordar, em palavras, sentimentos desnudados; nesse dom de despertar em mistérios a inquietude do leitor? Porque ele, o Poeta, é a plenitude do mundo que em si próprio reside. Um mundo cujo retrato só ele logra revelar ao avesso da imagem que a Humanidade vê”, explicou Mário Assis Ferreira “Pois que o Poeta, no seu acto criativo, subsume-se naquele fulgor vizinho ao êxtase, em que o criador se confunde com a criação, em que o autor se transfigura no que escreve, em que a inspiração se derrama na exaltação das palavras e se verte, em volúpias de capricho, no poema que é seu destino. Como se fora uma enigmática fusão em que o Poeta perde a identidade e o poema o personifica. Sem regras, sem tempo, sem fronteiras, na sistémica desobediência à ortodoxia, na misteriosa vertigem de um alquimista de estados de alma, de um artífice de sentimentos, de um inventor de emoções”, concluiu.

Em representação da editora Modo de Ler, José da Cruz Santos congratulou-se com lançamento desta obra. “É uma honra publicar este livro que reúne uma notável selecção de poemas. O livro distingue-se pela marca estética e diversidade de poemas, celebrando a literatura, a amizade e a poesia”.

Perante uma sala cheia, a cerimónia de lançamento de Os Poemas da Minha Vida culminou com uma sessão de autógrafos de Mário Assis Ferreira.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

ENCONTROS IMAGINÁRIOS 2016

NOTICIA DE ULTIMA HORA!!!!

JÁ CHEGOU O LIVRO...

ENCONTROS IMAGINÁRIOS 2016

Á VENDA NA BARRACA por 20 €

FAÇAM AS VOSSAS RESERVAS!

USEM O LIVRO COMO PRENDA DE NATAL.

É BOM, BONITO e BARATO.



E DÁ UMA GRANDE CATEGORIA PASSEAR COM ELE .............

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Casino Estoril acolheu o lançamento de “Duas Vidas, Muitas Vidas” de Lima de Carvalho no passado Sábado



Mais de 300 pessoas marcaram presença, no passado Sábado, na Galeria de Arte do Casino Estoril para assistir à apresentação do livro “Duas Vidas, Muitas Vidas”, de Nuno Lima de Carvalho. O autor confessou que o lançamento do livro “era um sonho de muitos anos” e que o seu título pretende homenagear o nome de sua mulher, Maria

Clarinda, falecida em 2015, e com a qual partilhou a Direcção da Galeria de Arte do Casino Estoril.

Numerosas personalidades de relevo da sociedade portuguesa marcaram presença nesta cerimónia realizada na Galeria de Arte. A obra foi apresentada por Licínio Cunha, Carlos Magno, Joaquim Lima Carvalho e Ramon Font. Com uma relevante intervenção, que encerrou a cerimónia, Choi Man Hin, Presidente da Estoril Sol, sublinhou que “o livro “Duas Vidas, Muitas Vidas” está intimamente ligada ao Casino Estoril”.

“O seu lançamento constitui um importante testemunho sobre mais de 40 anos da história do Casino Estoril e do seu papel determinante no desenvolvimento do turismo nacional, consolidado em iniciativas percursoras, algumas de dimensão internacional, nos domínios da Cultura, da Arte e do Espectáculo”, referiu Choi Man Hin.

“Ao longo de mais de quatro décadas de permanência na Estoril Sol, para além das suas funções de carácter administrativo, Nuno Lima de Carvalho distinguiu-se por desenvolver e promover relevantes iniciativas nas áreas do Turismo, da Cultura, da Arte, Espectáculos, da Literatura, do Jornalismo, da Gastronomia e outros sectores de actividades de cariz social e humano”.

Choi Man Hin recordou, ainda, que, sob a direcção de Nuno Lima de Carvalho, “a Galeria de Arte do Casino Estoril não tem sido, apenas, um espaço de realização de exposições de Artes Plásticas. Tiveram aqui lugar outros relevantes eventos, como, por exemplo, lançamentos de livros, realização de semanas culturais de todas as regiões do País e de países estrangeiros, realização de exposições/feiras de arte decorativa, alguns prémios internacionais de escultura, realização de homenagens a artistas, que têm sido referências nas Artes Portuguesas, e cerimónias de entregas de Prémios Literários”.

Com uma amizade iniciada há mais de 60 anos, Licínio Cunha recordou que Nuno Lima de Carvalho “não é só um colosso na gastronomia e na amizade - como o via Jorge Amado -, mas também, nas artes, nas letras, na cultura popular, no turismo, no jornalismo e na arte de se relacionar com os outros. Basta ler o que no seu livro diz sobre alguns dos seus amigos”.

Por sua vez, Joaquim Lima Carvalho referiu que “Duas Vidas, Muitas Vidas” “é um livro da verdade”. E acrescentou: “é um livro de afectos, de paixão e de amizade por todas as pessoas que nele constam”.

Numa curta intervenção, Carlos Magno disse que “Duas Vidas, Muitas Vidas” “é a memória de um Portugal que está com saudades de si próprio. É um livro que revela muito do que foi Portugal há 40 e 50 anos”.

Já Ramon Font referiu que Nuno Lima de Carvalho distinguiu-se, durante mais de 40 anos, pelo seu papel relevante na crescente vertente cultural do Casino Estoril.

Realizou um notável trabalho em prol das artes e da cultura, merecendo o reconhecimento da Estoril Sol”.

O antigo Presidente da Associação de Imprensa Estrangeira - AIEP recordou, ainda, que Lima de Carvalho “manteve sempre uma excelente relação com os profissionais da Imprensa Estrangeira”.

Recorde-se que a convite do, e então, Presidente da Estoril Sol, Manuel Telles, Nuno Lima de Carvalho ingressou na Estoril Sol, a 1 de Maio de 1971, como Secretário da Administração da Estoril Sol, cargo que até então, não existia, com funções administrativas e como responsável das Relações Exteriores. Em 1975, foi nomeado Director da Galeria de Arte do Casino Estoril. Em 1 de Abril de 1977 foi nomeado secretário-geral do Grupo, acumulando com os cargos de director das áreas de
Relações Exteriores e das Manifestações Culturais e, em simultâneo, de Director daGaleria de Arte, função que mantém até hoje.

sábado, 19 de novembro de 2016

Os Pobres, de Maria Filomena Mónica

Há muitos livros sobre a pobreza: sobre as suas causas e sobre a forma de a combater. Alguns são certamente interessantes, mas não era sobre a pobreza em abstracto que a autora desejava escrever, mas sobre os pobres tais como ela os «descobrira», aos 16 anos, num bairro da lata onde as freiras do colégio que frequentava a levaram para que as meninas ricas, grupo a que pertencia, aprendessem a ser caritativas.

O livro não se limita a falar dos pobres em Portugal. Outros países são referidos, tendo no final a autora concluído existirem quatro tradições no que a este problema diz respeito: a católica (Portugal), a jacobina (França), a aristocrática (Inglaterra) e a meritocrática (EUA). Apesar de baseada numa bibliografia longa, a obra tem um tom intimista, o que torna a sua leitura fascinante.