Mostrar mensagens com a etiqueta Espectáculos.... Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Espectáculos.... Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Paulo Gonzo regressa ao Casino Estoril em noite de Grande Concerto no Lounge D

Paulo Gonzo será o protagonista de mais uma etapa do ciclo de Grandes Concertos do Casino Estoril, agendada para a próxima Quinta-Feira, 27 de Julho, no Lounge D. Em noite dedicada à música portuguesa, o artista sobe ao palco, pelas 23 horas, para interpretar as melhores composições do seu novo álbum “Diz-me” e recuperar outros êxitos da sua carreira. Os temas “Sem Ti” e “Amor Maior” estarão em destaque. A entrada é livre.

Editado no passado mês de Março, o álbum “Diz-me” entrou directamente para o primeiro lugar do Top Nacional de vendas. O novo registo discográfico de Paulo Gonzo conta com as participações especiais de Raquel Tavares, Diego El Cigala, Mario Biondi, Boss AC e The Black Mamba.

Referência obrigatória da música portuguesa, Paulo Gonzo propõe, habitualmente, uma alargada retrospectiva das suas melhores baladas, como são os casos de “Jardins Proibidos”, “Sei-te de Cor” ou “Dei-te Quase Tudo”.

Com um perfil muito versátil, Paulo Gonzo revela, ao vivo, as influências musicais que moldaram seu percurso artístico, fazendo, também, importantes incursões pelos blues e soul.

Recorde-se que foi, curiosamente, Paulo Gonzo quem inaugurou, precisamente, a 8 de Julho de 1999, o ciclo de Grandes Concertos do Casino Estoril, uma referência que, rapidamente, se consolidou na divulgação da música portuguesa.

Os Grandes Concertos do Casino Estoril estão agendados para o amplo espaço do Lounge D, todas as Quintas-Feiras, a partir das 23 horas, até ao próximo dia 10 de Agosto. A entrada é livre.

O programa é o seguinte:

- 27 de Julho: Paulo Gonzo

- 03 de Agosto: Orelha Negra

- 10 de Agosto: The Gift

Com vários motivos de interesse, esta série de concertos consolida a qualidade da oferta cultural e de entretenimento do Casino Estoril, proporcionando uma atmosfera de cumplicidade com os seus visitantes.

Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Estoril é reservado a maiores de 18 anos.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

QUARTO ESCURO - Dia 28 de janeiro, entre as 17h00 e as 18h30, no cinema São Jorge

Dia 28 de janeiro, entre as 17h00 e as 18h30, no cinema São Jorge
QUARTO ESCURO


Numa operação relâmpago de solidariedade levada a cabo pelo programa Prova Oral, da Antena 3, surge a 1ª edição de Quarto Escuro no dia 28 de janeiro, às 17h00, no cinema São Jorge. Um espetáculo às escuras, que reverte integralmente para a Fundação Maria da Conceição, onde ninguém do público saberá o que o espera.
Haverá uma luz em palco, que se acende e apaga. Intermitente, portanto. E duas vozes - Ana Galvão e Fernando Alvim - que apresentam cada um dos intervenientes. É isto. E não é pouco. O objetivo é fazer um espetáculo que supere em absoluto as expectativas de alguém que vai ver um evento às escuras. O que à partida é arriscado…mas as surpresas vão ser muitas e temos a certeza que todos vão ficar conquistados!
Conheça a fundação que iremos apoiar: em 2005, Maria da Conceição criou a Fundação Maria Cristina de forma a intervir nas favelas do Bangladesh para promover a educação de crianças e de as tirar da pobreza.
Assim sendo, Maria da Conceição vive para cumprir a promessa de tirar da pobreza inicialmente 100 famílias da capital do Bangladesh - neste momento já vai em 600 - através da Fundação Maria Cristina, à qual deu o nome da sua mãe adotiva, batendo sucessivos recordes desportivos – foi a primeira mulher a correr sete maratonas em sete semanas seguidas em sete continentes diferentes - incluindo a Antártida, subir o Everest, atravessar o canal da Mancha, entre tantas outras coisas que já lhe valeram algumas distinções, entre as quais a de personalidade do ano pela Revista GQ.
Quarto Escuro no dia 28 de janeiro, entre as 17h00 e as 18h30, na sala principal do São Jorge.
Os bilhetes podem ser comprados nas bilheteiras do São Jorge ou através da ticketline.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

CCB | BIG BAND JÚNIOR > apresentação do novo disco A LUA PARTIDA AO MEIO | 17 dezembro > 21h > Pequeno Auditório


BIG BAND JÚNIOR
Orquestra-Escola de Jazz


A Lua Partida ao Meio

Concerto de lançamento do 2º CD da BBJ


CCB . 17 de dezembro . 21h . Pequeno Auditório





Direção Artística João Godinho e Alexandra Ávila Trindade
Direção Musical e Direção Pedagógica Claus Nymark
Secretário de Orquestra João Fragoso
Som Suse Ribeiro
Produção Executiva Orelha Viva

A Lua Partida ao Meio, tema de Mário Laginha e Maria João, foi o título escolhido para o segundo CD da Big Band Júnior (BBJ), que terá o seu lançamento oficial neste concerto. O CD apresenta duas versões do tema, uma pela voz de Maria João e outra pela voz de Matilde Lopes, cantora da BBJ entre 2014 e 2016. Conta também com as participações dos músicos Gonçalo Marques, João Paulo Esteves da Silva, Mário Delgado e Mário Laginha.

Este concerto é duplamente importante para BBJ: é o concerto de apresentação da nova orquestra da edição 2016/17 da BBJ e um momento de reunião com os ex-elementos da BBJ que gravaram este CD e que agora regressam para celebrar um marco tão importante no percurso de qualquer músico: a apresentação de um novo trabalho discográfico.


terça-feira, 29 de novembro de 2016

CCB |COMPANHIA MAIOR > sonho de uma noite de verão | 2 a 4 dez. | Pequeno Auditório | 21h e 16h



Companhia Maior

COM ENCENAÇÃO DE TÓNAN QUITO



SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO

coprodução: Centro Cultural de Belém - Companhia Maior













CCB | 2 a 4 dezembro | Pequeno Auditório

dias 2 e 3 às 21h00; dia 4 às 16h00

----

texto original: William Shakespeare

encenação: Tónan Quito

tradução e versão cénica: Fernando Villas-Boas


Elenco: 

António Pedrosa | Angelina Mateus | Carlos Fernandes | Carlos Nery | Catarina Rico | Celeste Melo | Cristina Gonçalves | Elisa Worm | Helena Marchand | Isabel Millet | Isabel Simões | João Silvestre | Jorge Leal Cardoso | Júlia Guerra | Kimberley Ribeiro | Manuela de Sousa Rama | Maria Emília Castanheira | Maria Helena Falé | Maria José Baião | Paula Bárcia


Mantendo a aposta de confrontar artistas maiores com jovens encenadores, Tónan Quito com a Companhia Maior apresentam “Sonho de uma Noite de Verão” no Pequeno Auditório do CCB. 

“(…) Interessou-me montar esta peça depois de Ricardo III, na medida em que o mesmo autor que cria um cemitério cria também um bosque onde a vida rebenta por todo o lado; onde existem fadas, um rei e rainha de outro mundo, e onde os apaixonados vão correr atrás uns dos outros, loucos e livres para a sua paixão. E quem melhor para fazer implodir este texto se não estes atores? A paixão e a generosidade deles são demolidoras: a vontade de criar novas ordens, de desarrumar...

Ao entrar neste bosque que é a Companhia Maior, também me perdi de amores e lá fui encontrando o caminho de saída, mas, felizmente: “there’s no cure for love”.

Assim que pensei neles pensei no Sonho de Uma Noite de Verão, pela sua pulsão, pela anarquia dos seus corpos, pela capacidade que eles têm de se inventarem e de nos fazerem seguir os seus impulsos; mas sobretudo por serem livres. Só gente assim se permite amar.

E foi também para responder à personagem Borbota que quis fazer este Sonho: “A razão e o amor não andam muito juntos, nos dias que correm.” Ou andam?

Precisamos de mais bosques.”




sexta-feira, 18 de novembro de 2016

CCB | Dança >ÁRIDA, de Maria Ramos | 24 e 25 novembro > 21h> Sala de Ensai


Arida
[nova criação]

MARIA RAMOS

CCB . 24 e 25 de novembro de 2016 . Sala de Ensaio. 21h






Direção Artística e Coreografia Maria Ramos

Design de Luz e Espaço Cénico Vinny Jones

Design de Som Francisco Salgado

Interpretação Marta Cerqueira

Direção técnica Mário Bessa

Acompanhamento artístico Martinho R. Fernandes


Árida, nova criação de Maria Ramos, surge na continuidade do trabalho coreográfico Something Still Uncaptured, ambos em colaboração com a designer de luz Vinny Jones.


«Na peça anterior, trabalhamos a partir da ideia de contenção e adensamento do espaço. Chamamos-lhe ‘paisagem-em-ação’. 
Neste trabalho, continuamos a desenvolver a noção de ‘paisagem-em-ação’, mas explorando a noção de aridez, vastidão e expansão do espaço cénico. Os corpos dos intérpretes, colocados num ambiente árido, exposto, ofuscante, extremo, não assumirão o papel principal. Os seus corpos, no caminho do som, do vento e da luz, serão como obstáculos em função dos quais o espaço se agita, ressoando, fazendo atrito, moldando-se-lhes, desviando-se... 


Interessa-nos trazer para o palco as agitações do mundo natural, onde o pulsar do ser humano existe como existe o pulsar de outros elementos naturais: um planalto inóspito, uma escarpa a romper a terra… Num palco árido, mas não pobre, estabelece-se uma analogia entre esta visão artística e as regiões áridas do planeta.»

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

CCB | Jazz > JAN GARBAREK GROUP | 11 de outubro às 21h no Grande Auditório


JAN GARBAREK GROUP

CCB . 11 de outubro . Grande Auditório . 21h






Jan Garbarek saxofone
Trilok Gurtu percussão
Rainer Brüninghaus piano
Yuri Daniel baixo

Ninguém toca saxofone como Jan Garbarek. O seu estilo tornou-se numa inconfundível imagem de marca e, nos últimos anos, atingiu uma dimensão para além do que é geralmente entendido como jazz. Inúmeros discos lançados, concertos nas mais prestigiadas salas de espetáculos em todo o mundo, a colaboração de vários anos com Keith Jarrett, ou o seu trabalho inédito com o Hilliard Ensemble, tornaram este brilhante saxofonista popular em todos os géneros e fronteiras musicais.

Muitos críticos criam rótulos e agrupam os artistas em categorias musicais mas Garbarek contornou esta tendência. O seu trabalho passa pelo Jazz, pela Música Clássica e pelas tabelas da Música Pop. É um dos representantes com mais sucesso da ECM, a editora de culto de Munique.

Os seus concertos desenvolvem-se de uma forma profundamente orgânica, criando um vasto conjunto de tensões crescentes. A sua música respira e cria espaço para respirar: é simples e complexa, divertida e séria, introspectiva e excepcionalmente exposta, intensa em vez de sentimental.

Nesta digressão, Jan Garbarek será acompanhado por Rainer Brüninghaus, pianista que o acompanha há muitos anos, pelo baixista brasileiro Yuri Daniel e por Trilok Gurtu, conceituado baterista indiano. Em palco, estes músicos oferecem um concerto extraordinário cheio de momentos mágicos e inesquecíveis.

sábado, 24 de setembro de 2016

MÁRIO LAGINHA Carta Branca no CCB 6 de outubro. 21h . Grande Auditório




“Para mim é um grupo de sonho. Um grupo que, com músicos de cinco países, presta homenagem à universalidade da música. Vai ser difícil esperar pelo dia 6 de Outubro.”


Mário Laginha piano e composição

Julian Argüelles saxofones

Bernardo Moreira contrabaixo

Helge Norbakken percussão

Tcheka guitarra e voz

Alexandre Frazão bateria


Carta com África dentro

Diante dos olhos tem um horizonte aberto, sempre teve. Costumam aliá-lo ao jazz, e o jazz é sangue que lhe corre nas veias, mas ele sempre se moveu e move para lá dele, ouviu rock na adolescência, aventurou-se na clássica, experimentou múltiplos caminhos da música popular.

E agora, que lhe deram Carta Branca, pensou em África, numa certa ideia de África. Que não é aquela em que talvez estejam a pensar, de batuques e marimbas, mas algo mais transcendente. (…) Com uma certa ideia de África. E uma coisa que o preocupa sobremaneira: a autenticidade. “Eu tenho uma posição em relação às fusões e misturas que pode parecer paradoxal ou contraditória. Acho que a contaminação cultural alimenta a diversidade, e isso atrai-me imenso, a arte tem evoluído assim. (…)

“Uma das coisas que quero, vamos a ver se consigo, é não ter medo de algumas das canções serem harmonicamente mais simples. E de fazer isso com o peso suficiente para que me dê luta. Podem ser apenas quatro acordes, mas têm mesmo de ser aqueles os acordes certos.”

Nuno Pacheco


O Museu do Fado e o CCB apresentam Há Fado no Cais: HELDER MOUTINHO


Concerto de apresentação do novo disco “O Manual do Coração”

CCB | 8 Out | Grande Auditório | 21h



Ricardo Parreira guitarra portuguesa | André Ramos viola de fado

Ciro Bertini baixo

“Do primeiro ao último arrepiante segundo, é um álbum de absoluta mestria no desenho de uma sonoridade fadista que não se esforça por soar a fado.
“‘O Manual Do Coração’ é o álbum de um intérprete admirável (…).”

Gonçalo Frota in Jornal Público

“Uma voz que atinge aqui momentos sublimes. Fados novos que, um dia, serão de certeza novos fados…tradicionais” 

António Pires in Time Out 

--

Poeta e intérprete único, Helder Moutinho representa as raízes mais fortes do Fado do Século XXI. De uma voz poderosa e rara profundidade emocional, Helder Moutinho é a prova de que ser Fadista é cantar à vida.

“O Manual do Coração”, quinto trabalho de estúdio de Hélder Moutinho, com poemas originais de João Monge, conta com música de nomes como Carlos Barretto, João Gil, Zeca Medeiros, Manuel Paulo, Marco Oliveira, Mário Laginha, Pedro da Silva Martins e Luís José Martins, Ricardo Parreira ou Vitorino.

“O Manual do Coração” foi gravado em Serpa entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Temporada Darcos 2016 ORQUESTA CIUDAD DE GRANADA




ORQUESTA CIUDAD DE GRANADA


Dora Rodrigues soprano
Massimo Spadano violino

Nuno Côrte-Real direção musical



CCB . 2 de outubro . 17h . Grande Auditório

1 de outubro. 21h30 . Teatro-Cine de Torres Vedras










PROGRAMA



L. V. Beethoven (1770-1827)
Abertura “Egmont”, em fá menor (op. 84)


N. Côrte-Real (1971-)
Livro de Florbela (op. 42b) para soprano e orquestra 
Estreia absoluta da versão orquestral de N. Côrte-Real
I. Exaltação
II. Árvores
III. Os versos que te fiz
IV. Este livro
V. Num postal
VI. Cinzento
VII. À Morte



R. Schumann (1810-1856)
I. Concerto para violino e orquestra, em ré menor
II. In kräftigem, nicht zu schnellem tempo
III. Langsam
IV. Lebhaft, doch nicht schnell




O Livro de Florbela (op.42), cuja versão orquestral é dada aqui em estreia, foi originalmente composto em 2012, para voz e quarteto com piano. Côrte-Real escolheu os versos de Florbela Espanca pela sua intensidade poética e intrínseca musicalidade, mas também porque esta autora, representante dum romantismo serôdio, bastante acessível e literal nos seus modos de compreensão, vai de encontro à própria conceção musical do compositor. No que respeita ao tratamento do texto refira-se que os sonetos que serviram de base para a composição não são usados integralmente. Côrte-Real retira de cada soneto apenas alguns versos ou algumas quadras, fragmentando-os e condensando-os, captando de cada um uma imagem forte ou uma luz própria que é trabalhada musicalmente.

Afonso Miranda
















quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Homenagem a Azeredo Perdigão Conferência e concerto a 19 de setembro Fundação Calouste Gulbenkian


A 19 de setembro assinalam-se os 120 anos de nascimento de José de Azeredo Perdigão, que presidiu à Fundação Calouste Gulbenkian desde a sua criação, em 1956, até à data da sua morte, em 1993. A inauguração de um novo busto no Museu Calouste Gulbenkian – Coleção Moderna, uma conferência e um concerto com o Coro e Orquestra Gulbenkian são alguns dos momentos da homenagem preparada pela Fundação ao seu primeiro presidente.

Nas comemorações do 120.º aniversário do nascimento de José de Azeredo Perdigão realiza-se uma conferência de homenagem em que participam António Ramalho Eanes, Adriano Moreira, Rui Machete, José Blanco, Pedro Paulo Perdigão e Artur Santos Silva. No mesmo dia, é apresentado no Museu Calouste Gulbenkian – Coleção Moderna um dossiê especial da revista Colóquio/Letras dedicado a José de Azeredo Perdigão. Este suplemento do número de setembro da Colóquio/Letras inclui textos de Marcelo Rebelo de Sousa, Emílio Rui Vilar, Artur Santos Silva, Guilherme d’Oliveira Martins e José-Augusto França.

Revisita-se nesta publicação o discurso proferido por Victor de Sá Machado, em 1982, numa homenagem prestada a José de Azeredo Perdigão pela Câmara Municipal de Lisboa, mas também textos de Eduardo Lourenço, Mário Soares, António Guterres e Eduardo Marçal Grilo, bem como intervenções do próprio Azeredo Perdigão, como uma entrevista ao Diário de Lisboa, publicada a 1 de janeiro de 1949.

As comemorações encerram com a inauguração de uma escultura de homenagem a José de Azeredo Perdigão no Museu Calouste Gulbenkian – Coleção Moderna, da autoria de Clara Menéres, a mesma artista que assina a escultura Papisa (1980), em exposição permanente no Jardim Gulbenkian. No âmbito desta homenagem, realiza-se ainda no Grande Auditório, às 19h, um concerto com o Coro e a Orquestra Gulbenkian.

Os bilhetes para a conferência e o concerto são gratuitos, no limite dos lugares disponíveis do Grande Auditório, e podem ser levantados no dia 19 de setembro, a partir das 10h.


Calouste Gulbenkian e Azeredo Perdigão: um encontro determinante

Natural de Viseu, Azeredo Perdigão licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra e foi um dos fundadores, em 1921, da revista Seara Nova. Ao longo da sua vida, recebeu inúmeras distinções, entre as quais a Legião de Honra de França, em 1966. Destacou-se como advogado e jurista, e foi o seu prestígio profissional que levou Calouste Gulbenkian a recorrer aos seus serviços. Em 1942, o encontro entre os dois em Lisboa seria determinante na vida de Azeredo Perdigão e na história da cultura em Portugal, sendo fundamental o papel de Azeredo Perdigão, executor testamentário de Calouste Gulbenkian, na decisão do homem de negócios e colecionador de origem arménia de deixar a fundação com o seu nome em Portugal.



A partir de 1956, Azeredo Perdigão abandona todas as suas anteriores atividades para se dedicar em exclusivo às funções de presidente do Conselho de Administração da Fundação. Foi autor do livro Calouste Gulbenkian, Colecionador (1969), no qual relata a forma como foram selecionadas e adquiridas as obras de arte que hoje constituem a Coleção do Fundador e que foram reunidas no Museu Calouste Gulbenkian.



Algumas das mais emblemáticas iniciativas da Fundação, como o Serviço de Bibliotecas Itinerantes e Fixas, deveram-se ao seu empenho pessoal. Teve uma intervenção decisiva na criação, em 1961, do Instituto Gulbenkian de Ciência e foi fundamental o seu apoio à criação da Colóquio, Revista de Artes e Letras, de 1959 a 1970, depois dividida em Colóquio/Artes, dirigida por José Augusto-França, e Colóquio/Letras, cujos primeiros diretores, em 1971, foram Hernâni Cidade e Jacinto do Prado Coelho. A criação do Centro de Arte Moderna, em 1983, e a criação do Serviço ACARTE, também a ele se devem.



PROGRAMA

19 setembro 2016


16h, Grande Auditório

Conferência de Homenagem ao Doutor José de Azeredo Perdigão

Com Artur Santos Silva, António Ramalho Eanes, Adriano Moreira, Rui Machete, José Blanco e Pedro Paulo Perdigão

18h, Museu Calouste Gulbenkian – Coleção Moderna

Inauguração do busto do Doutor José de Azeredo Perdigão, da autoria de Clara Menéres

Lançamento de suplemento especial da revista Colóquio/Letras


19h, Grande Auditório

Concerto de Homenagem

Missa em Si menor BWV 232, Kyrie e Glória de J. S. Bach, Coro e Orquestra Gulbenkian dirigidos por Michel Corboz

Sinfonia n.º 5 em Dó menor op. 67 de Beethoven, Orquestra Gulbenkian dirigida por Pedro Neves

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

CCB | LA GIUDITTA > oratória estreada em 1726 | Os Músicos do Tejo | 23 de setembro às 21h no Grande Auditório


LA GIUDITTA

Oratória estreada em Roma em 1726

de Francisco António de Almeida (1702-1755?)



Os Músicos do Tejo

Direção musical de Marcos Magalhães



23 de setembro . 21h . Grande Auditório






Os Músicos do Tejo
Direção Marcos Magalhães e Marta Araújo

Direção musical Marcos Magalhães
Giuditta (soprano) Sandra Medeiros
Olofernes (tenor) Alberto Sousa
Achiorre (soprano) Ana Quintans
Ozia (contratenor) Carlos Mena




Programa

Francisco António de Almeida (1702-1755) La Giuditta 
Libreto de autor anónimo
Oratória estreada em Roma em 1726
Dedicada a André de Melo e Castro, embaixador de D. João V

Depois de um trabalho intenso em torno da obra de Francisco António de Almeida que culminou com a publicação em CD, na editora Naxos, de La Spinalba e Il Trionfo d'Amore, Os Músicos do Tejo debruçam-se agora sobre a oratória La Giuditta.

Nesta obra, composta ainda em Roma, vemos Almeida responder a um libreto que conta uma das histórias bíblicas mais sanguinárias e terríveis, com alguma da sua música mais poderosa e dramática. A piedade cristã é aqui substituída pela violência: o cruel Olofernes é decapitado pela frágil Giuditta naquilo que pode ser visto como um raro desafio à ordem patriarcal e que ficou imortalizado nas célebres pinturas de Gentileschi ou Caravaggio.



segunda-feira, 11 de julho de 2016

1936, O Ano da Morte de Ricardo Reis

Na BARRACA, estreou este espectáculo de Hélder Mateus da Costa a partir do romance de José Saramago.



O Elenco da Barraca com João Maria Pinto, Sergio Moras,Carolina parreira, Sónia Barradas e Samuel Moura coadjuvam dois actores que é justo destacar : Ruben Garcia no Fernando Pessoa defunto e o seu heterónimo Ricardo Reis por Adérito Lopes.
Espectáculo a não perder. 


Até 31 de Julho, 5ª a Sábado 21, 30, Domingo 17 horas.


RESERVAS : por este mail ou 213965360

quinta-feira, 7 de julho de 2016

VERÃO CLÁSSICO 2016 - Academia Internacional de Música de Lisboa e PRÉMIO DE COMPOSIÇÃO CCB - DSCH


VERÃO CLÁSSICO 2016

ACADEMIA INTERNACIONAL DE MÚSICA DE LISBOA

30 julho > 6 agosto 




Foi ontem apresentada à comunicação social a 2ª edição do Verão Clássico – Academia Internacional de Música de Lisboa, que irá decorrer no Centro Cultural de Belém, entre 30 de julho e 6 de agosto de 2016, e engloba Masterclasses de Instrumento e de Música de Câmara, orientadas por professores das mais importantes instituições musicais do panorama mundial, prémios para os melhores participantes, e concertos diários (entre 30 de julho e 6 agosto) no Festival de Música de Câmara, com a presença dos participantes e dos músicos mais conceituados da atualidade.

A par disso, também se apresentou o Prémio de Composição CCB – DSCH, uma novidade deste ano. No âmbito do VERÃO CLÁSSICO, com o objetivo de incentivar e divulgar a criação musical erudita contemporânea em Portugal, o Centro Cultural de Belém e o DSCH - Schostakovich Ensemble decidiram instituir o Prémio de Composição CCB – DSCH. O Prémio de Composição CCB – DSCH destina-se a galardoar uma obra musical, na área da música de câmara, da autoria de um compositor de nacionalidade portuguesa, ou estrangeiro residente em Portugal há mais de cinco anos, nascido até de 1 de janeiro de 1992.


Este é o prémio de mais elevado valor pecuniário em Portugal (5.000€) e inclui a edição em partitura e a estreia da obra, no decorrer dos Dias da Música, no CCB, em abril de 2017.



Consulte os links abaixo para mais informações.