
“A Terra, um manto espesso e sólido permanentemente activo que de uma forma poética nos irá lentamente cobrir.
O Corpo, um tremor constante que se repercute das suas profundezas transpirando sons e vibrações.
Terra e corpo numa paragem telúrica que se divide e confunde entre a suspensão do tempo, a acumulação do sangue, a leveza dos ossos numa visão invertida das ideias e das memórias.
Matéria viva em comunhão, perfeita ou imperfeita, passiva ou conflituosa, delicada ou agreste mas sempre em constante mutação.Sempre adoradores da terra, de muitas terras.”
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