“Fredo” de Ricardo Fonseca Mota foi apresentado por Bruno Vieira Amaral
No enquadramento da obra “Fredo”, Bruno Vieira Amaral, revelou ter detectado “passagens felizes que nunca me teriam ocorrido”. E sublinhou que “no livro registamos um paradoxo. Temos a história de um velho que é contada pela pena ágil de um jovem”.
Na abertura da cerimónia, Rodolfo Begonha, falando em nome da Gradiva, felicitou Ricardo Fonseca Mota, realçando o facto de “Fredo” ter deixado “marcas muito positivas nos autores e profissionais da Gradiva que o distinguiram como muito relevante”.
Begonha realçou ainda que “muito bem escrito, o livro tem uma linguagem viva com laivos experimentalistas” com “a sensibilidade própria do autor e o seu talento de exprimir estados psicológicos dos personagens”.
Numa curta intervenção, Ricardo Fonseca Mota agradeceu o importante apoio da Gradiva e da Estoril Sol. “Escrevi o livro “Fredo” com o objectivo dos leitores encontrarem, ao longo da obra, muitas pessoas que transmitissem diferentes emoções”. E concluiu: “Este final de tarde tem um importante significado para mim. Estamos numa livraria, partilhando este momento especial de afectos com muitos amigos”.
Editado pela Gradiva, o romance “Fredo” venceu, em 2015, o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís, instituído pela Estoril Sol, por unanimidade do Júri, presidido por Guilherme D`Oliveira Martins.
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