quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Anselmo Ralph apresenta álbum no Casino Estoril em concerto de Réveillon no Salão Preto e Prata




Espectáculo especial de Fernando Pereira

 Animação musical até de madrugada



Anselmo Ralph será o grande protagonista do Réveillon no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Para celebrar uma noite tão especial, Anselmo Ralph estreia as composições do novo álbum “Amor É Cego”. Trata-se de um concerto inédito, onde estarão, ainda, em destaque outros memoráveis êxitos da sua carreira.

Intitulado Amor É Cego, o novo registo discográfico de Anselmo Ralph, reforça alguns dos valores mais importantes na vida do artista que os pretende celebrar com todos os seus fãs.

Anselmo Ralph promete uma noite cheia de boas surpresas no Casino Estoril. O músico angolano sobe ao palco do Salão Preto e Prata, já em 2017, para comemorar a Amizade, o Amor e a Esperança, ou seja, todos os valores do seu novo álbum. O single “Todo Teu” será um dos temas obrigatórios.

Em plena noite de Réveillon, Anselmo Ralph convida, ainda, o público a recordar grandes êxitos que têm marcado a sua carreira. Temas como “Não Me Toca”, “Única Mulher”, “Curtição”, “Quero-te de Volta” ou “O Teu Crime É Só Um” estão, habitualmente, em destaque nas suas actuações ao vivo.

De nome completo Anselmo Cordeiro da Mata, o romântico músico angolano lançou o seu primeiro CD em 2006, intitulado “Histórias de Amor”. No ano seguinte editou “As últimas histórias de Amor”, seguindo-se em 2009, o álbum “O Cupido”.

Anselmo Ralph é um sinonimo de sucesso e um autêntico fenómeno de popularidade. A sua postura e energia em palco, aliadas ao seu talento e simplicidade, bem como ao romantismo que lhe é característico, constituem algumas das chaves para o sucesso. As suas performances inigualáveis levam ao delírio os milhares de fãs que o acompanham desde sempre.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

CCB |COMPANHIA MAIOR > sonho de uma noite de verão | 2 a 4 dez. | Pequeno Auditório | 21h e 16h



Companhia Maior

COM ENCENAÇÃO DE TÓNAN QUITO



SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO

coprodução: Centro Cultural de Belém - Companhia Maior













CCB | 2 a 4 dezembro | Pequeno Auditório

dias 2 e 3 às 21h00; dia 4 às 16h00

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texto original: William Shakespeare

encenação: Tónan Quito

tradução e versão cénica: Fernando Villas-Boas


Elenco: 

António Pedrosa | Angelina Mateus | Carlos Fernandes | Carlos Nery | Catarina Rico | Celeste Melo | Cristina Gonçalves | Elisa Worm | Helena Marchand | Isabel Millet | Isabel Simões | João Silvestre | Jorge Leal Cardoso | Júlia Guerra | Kimberley Ribeiro | Manuela de Sousa Rama | Maria Emília Castanheira | Maria Helena Falé | Maria José Baião | Paula Bárcia


Mantendo a aposta de confrontar artistas maiores com jovens encenadores, Tónan Quito com a Companhia Maior apresentam “Sonho de uma Noite de Verão” no Pequeno Auditório do CCB. 

“(…) Interessou-me montar esta peça depois de Ricardo III, na medida em que o mesmo autor que cria um cemitério cria também um bosque onde a vida rebenta por todo o lado; onde existem fadas, um rei e rainha de outro mundo, e onde os apaixonados vão correr atrás uns dos outros, loucos e livres para a sua paixão. E quem melhor para fazer implodir este texto se não estes atores? A paixão e a generosidade deles são demolidoras: a vontade de criar novas ordens, de desarrumar...

Ao entrar neste bosque que é a Companhia Maior, também me perdi de amores e lá fui encontrando o caminho de saída, mas, felizmente: “there’s no cure for love”.

Assim que pensei neles pensei no Sonho de Uma Noite de Verão, pela sua pulsão, pela anarquia dos seus corpos, pela capacidade que eles têm de se inventarem e de nos fazerem seguir os seus impulsos; mas sobretudo por serem livres. Só gente assim se permite amar.

E foi também para responder à personagem Borbota que quis fazer este Sonho: “A razão e o amor não andam muito juntos, nos dias que correm.” Ou andam?

Precisamos de mais bosques.”




Casino Estoril acolheu o lançamento de “Duas Vidas, Muitas Vidas” de Lima de Carvalho no passado Sábado



Mais de 300 pessoas marcaram presença, no passado Sábado, na Galeria de Arte do Casino Estoril para assistir à apresentação do livro “Duas Vidas, Muitas Vidas”, de Nuno Lima de Carvalho. O autor confessou que o lançamento do livro “era um sonho de muitos anos” e que o seu título pretende homenagear o nome de sua mulher, Maria

Clarinda, falecida em 2015, e com a qual partilhou a Direcção da Galeria de Arte do Casino Estoril.

Numerosas personalidades de relevo da sociedade portuguesa marcaram presença nesta cerimónia realizada na Galeria de Arte. A obra foi apresentada por Licínio Cunha, Carlos Magno, Joaquim Lima Carvalho e Ramon Font. Com uma relevante intervenção, que encerrou a cerimónia, Choi Man Hin, Presidente da Estoril Sol, sublinhou que “o livro “Duas Vidas, Muitas Vidas” está intimamente ligada ao Casino Estoril”.

“O seu lançamento constitui um importante testemunho sobre mais de 40 anos da história do Casino Estoril e do seu papel determinante no desenvolvimento do turismo nacional, consolidado em iniciativas percursoras, algumas de dimensão internacional, nos domínios da Cultura, da Arte e do Espectáculo”, referiu Choi Man Hin.

“Ao longo de mais de quatro décadas de permanência na Estoril Sol, para além das suas funções de carácter administrativo, Nuno Lima de Carvalho distinguiu-se por desenvolver e promover relevantes iniciativas nas áreas do Turismo, da Cultura, da Arte, Espectáculos, da Literatura, do Jornalismo, da Gastronomia e outros sectores de actividades de cariz social e humano”.

Choi Man Hin recordou, ainda, que, sob a direcção de Nuno Lima de Carvalho, “a Galeria de Arte do Casino Estoril não tem sido, apenas, um espaço de realização de exposições de Artes Plásticas. Tiveram aqui lugar outros relevantes eventos, como, por exemplo, lançamentos de livros, realização de semanas culturais de todas as regiões do País e de países estrangeiros, realização de exposições/feiras de arte decorativa, alguns prémios internacionais de escultura, realização de homenagens a artistas, que têm sido referências nas Artes Portuguesas, e cerimónias de entregas de Prémios Literários”.

Com uma amizade iniciada há mais de 60 anos, Licínio Cunha recordou que Nuno Lima de Carvalho “não é só um colosso na gastronomia e na amizade - como o via Jorge Amado -, mas também, nas artes, nas letras, na cultura popular, no turismo, no jornalismo e na arte de se relacionar com os outros. Basta ler o que no seu livro diz sobre alguns dos seus amigos”.

Por sua vez, Joaquim Lima Carvalho referiu que “Duas Vidas, Muitas Vidas” “é um livro da verdade”. E acrescentou: “é um livro de afectos, de paixão e de amizade por todas as pessoas que nele constam”.

Numa curta intervenção, Carlos Magno disse que “Duas Vidas, Muitas Vidas” “é a memória de um Portugal que está com saudades de si próprio. É um livro que revela muito do que foi Portugal há 40 e 50 anos”.

Já Ramon Font referiu que Nuno Lima de Carvalho distinguiu-se, durante mais de 40 anos, pelo seu papel relevante na crescente vertente cultural do Casino Estoril.

Realizou um notável trabalho em prol das artes e da cultura, merecendo o reconhecimento da Estoril Sol”.

O antigo Presidente da Associação de Imprensa Estrangeira - AIEP recordou, ainda, que Lima de Carvalho “manteve sempre uma excelente relação com os profissionais da Imprensa Estrangeira”.

Recorde-se que a convite do, e então, Presidente da Estoril Sol, Manuel Telles, Nuno Lima de Carvalho ingressou na Estoril Sol, a 1 de Maio de 1971, como Secretário da Administração da Estoril Sol, cargo que até então, não existia, com funções administrativas e como responsável das Relações Exteriores. Em 1975, foi nomeado Director da Galeria de Arte do Casino Estoril. Em 1 de Abril de 1977 foi nomeado secretário-geral do Grupo, acumulando com os cargos de director das áreas de
Relações Exteriores e das Manifestações Culturais e, em simultâneo, de Director daGaleria de Arte, função que mantém até hoje.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Tânia Oleiro e Gonçalo Castelbranco em noite de fado no Casino Estoril


Em noite de fado no Casino Estoril, agendada para a próxima Quarta-Feira, 30 de Novembro, a partir das 23 horas, Tânia Oleiro e Gonçalo Castelbranco sobem ao palco do Lounge D acompanhados por Diogo Lucena Quadros e Bernardo Romão, nas guitarras, e Luis Roquette, na viola. A entrada é livre.

Nascida em Lisboa, em 1979, Tânia Oleiro recorda, na sua infância o fado cantado pela sua mãe, o que a levou a apaixonar-se, desde muito cedo, por este género musical.

Com apenas 10 anos, iniciou o seu percurso fadista, ao participar e vencer a “Grande Noite do Fado”, de Setúbal. Participou em “noites de fado” e diversos concursos de fado amador, dos quais foi vencedora do 1º Concurso de Fado da Cidade de Odivelas e do 1º Encontro de Fado de Almada, em 2002.

Tânia Oleiro colaborou em diversas colectâneas: Fado Sempre! Ontem, Hoje e Amanhã, Fado (Box CD + 4 Wine Bottles) e Bar Lisbon – Classic & New Portuguese Flavours.

Posteriormente, foi uma das convidadas de Rão Kyao, para participar no seu disco Em’cantado, ao lado dos fadistas, Ana Sofia Varela, Camané, Carminho, Manuela Cavaco e Ricardo Ribeiro. Foi integrada na colectânea “Divas do Fado”, destinada a sublinhar a importância da mulher no fado e na internacionalização deste género musical.

Gonçalo Castelbranco é considerado uma das referências da nova geração. Aos 27 anos, participou já em vários espectáculos musicais, tanto em Portugal como no estrangeiro, tendo sido aplaudido pelo seu protagonismo no musical “O Nazareno”.

As raízes fadistas estão presentes na sua voz, muito por influência das suas ligações familiares a Frei Hermano da Câmara. Nos últimos dois anos, marcou presença assídua no “Arredar Bar”, histórica casa de fados, em Cascais, que foi recuperada para as grandes noites fadistas da região, e onde Gonçalo Castelbranco foi o artista residente.

As noites de fado prosseguem, desta vez, com dois jovens talentos da “canção nacional” que prometem um espectáculo intimista do Casino Estoril. São diferentes estilos interpretativos a não perder no Lounge D.

sábado, 26 de novembro de 2016

Casino Estoril celebrou com concerto de Mariza 85 anos dedicados à arte e à cultura


A mostrar Mariza e Rui Veloso num dos momentos ltos do concerto.JPGEm noite de Gala, o Casino Estoril comemorou o seu 85º aniversário com um concerto exclusivo de Mariza que encheu o Salão Preto e Prata. A festa iniciou-se, logo às 19 horas, com a inauguração da exposição histórica “85 Anos Casino Estoril” no átrio principal, seguindo-se um jantar dançante com a Orquestra do Hot Clube de Portugal.

Num ambiente de glamour, numerosas personalidades de relevo da sociedade portuguesa, ligadas às áreas política, empresarial, social e cultural marcaram presença no Casino Estoril, associando-se a uma festa de aniversário que assinalou, da melhor forma, 85 anos dedicados à arte, à cultura e à promoção do turismo nacional.

Com uma notável actuação, Mariza apresentou um espectáculo muito pessoal convidando a subir ao palco quatro amigos e talentosos nomes do panorama da música nacional. Em vários registos intimistas, Mariza protagonizou duetos únicos, interpretando “O Tempo não Pára” com Miguel Gameiro, “Mantém-te Firme” com Boss AC e “Não Queiras Saber de Mim” com Rui Veloso.

A mostrar Mário Assis Ferreira no uso da palavra.JPGEm noite de Gala no Salão Preto e Prata, Fábia Rebordão foi outra das protagonistas da noite quando subiu ao palco para interpretar “Vou Dar de Beber à Dor” e “Morri por Hoje”.

Referência da música portuguesa, Mariza conciliou, ainda, êxitos incontornáveis da sua carreira como, por exemplo, “Chuva” ou “Rosa Branca” com os temas mais recentes “Sem Ti” ou “Paixão” do novo álbum “Mundo“.

A noite culminou, da melhor forma, quando Mariza cantou os parabéns ao Casino Estoril, convidando os presentes a associarem-se a este momento especial. A confraternização entre a artista e o público prosseguiu com os tradicionais flutes de champanhe e bolo de aniversário.
A anteceder o concerto de Mariza, o Presidente da Estoril Sol, Mário Assis Ferreira, iniciou uma curta intervenção, sublinhando que “85 anos são o prazo de uma vida. Mas, para o Casino Estoril, oito décadas e meia de existência não passam de mero hiato temporal na longa vida de uma Obra que nasceu para se perpetuar em desígnio de diferença, consagrado em exponenciais índices de qualidade, pioneirismo e inovação”.

“Foi, afinal, o reflexo da visão empresarial e da sensibilidade turística dos três grandes empresários que, enquanto seus accionistas, entre si se sucederam, conferindo-lhe alma própria: primeiro, Fausto de Figueiredo; depois, Teodoro dos Santos; e, a partir de 1984, Stanley Ho. A todos eles, ao pioneirismo da sua visão, deve o Concelho de Cascais as ímpares infra-estruturas turísticas de que dispõe, o prestígio imagético que o Casino Estoril lhe conferiu, o renome internacional que consagrou o Estoril como uma estância turística de excepcional qualidade, qual Riviera portuguesa. Pois que qualquer desses três Homens, pese embora as diferentes sensibilidades empresariais, tiveram em comum essa capacidade de acompanhar o evoluir dos tempos e costumes, numa saga de empreendedorismo que conferiu ao Casino Estoril o privilégio de sempre saber antecipar-se ao tempo, percepcionando tendências emergentes, suscitando apetências lúdicas que, ele próprio, soube criar e gerir”.

“Daí, que pouco tenha a ver o primitivo edifício, nascido em 1931, em traço “Art Déco”, e aquele que lhe sucederia, em 1968, com o novo edifício do Casino Estoril, até, finalmente, ao ciclo de Stanley Ho. Pois foi graças à visão inovadora e experiência internacional de Stanley Ho que, em audacioso projecto de acelerada expansão, se conjugou, em harmoniosa conciliação arquitectónica, o primitivo e o novo edifício, criando um complexo multidisciplinar integrado e quadruplicando os espaços abertos ao público numa atmosfera lúdica em que o jogo, o entretenimento, os espectáculos, as galas internacionais, a alta restauração, a cultura e a arte, nas suas diversas vertentes, lograram criar uma envolvente harmoniosa de lazer, diversão e jogo, sem paralelo em qualquer outro Casino da Europa”.

“Mas o Casino Estoril nasceu para ficar! Pois ele acredita que tudo o que já está bem, sempre fica obsoleto; pois ele sabe que urge antecipar a inovação face a novos desafios tecnológicos e à vertiginosa mutação no cenário do jogo internacional. Será essa a missão que nos aguarda nos próximos tempos, pese embora a concessão da Estoril Sol só vigorar até 2020. E porque tudo fizemos para justificar uma nova concessão, resta- nos a legítima convicção de que, em 2021, o Casino Estoril, sob a égide da Estoril Sol, reiniciará um novo surto de expansão e modernização, em busca de novos e sempre mais ambiciosos desígnios. Que esta nossa profecia se concretize, em nome da Arte e da Cultura, em nome da valorização do Turismo nacional e dos superiores interesses de Portugal!”, concluiu Mário Assis Ferreira.