segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Tânia Oleiro e Gonçalo Castelbranco em noite de fado no Casino Estoril


Em noite de fado no Casino Estoril, agendada para a próxima Quarta-Feira, 30 de Novembro, a partir das 23 horas, Tânia Oleiro e Gonçalo Castelbranco sobem ao palco do Lounge D acompanhados por Diogo Lucena Quadros e Bernardo Romão, nas guitarras, e Luis Roquette, na viola. A entrada é livre.

Nascida em Lisboa, em 1979, Tânia Oleiro recorda, na sua infância o fado cantado pela sua mãe, o que a levou a apaixonar-se, desde muito cedo, por este género musical.

Com apenas 10 anos, iniciou o seu percurso fadista, ao participar e vencer a “Grande Noite do Fado”, de Setúbal. Participou em “noites de fado” e diversos concursos de fado amador, dos quais foi vencedora do 1º Concurso de Fado da Cidade de Odivelas e do 1º Encontro de Fado de Almada, em 2002.

Tânia Oleiro colaborou em diversas colectâneas: Fado Sempre! Ontem, Hoje e Amanhã, Fado (Box CD + 4 Wine Bottles) e Bar Lisbon – Classic & New Portuguese Flavours.

Posteriormente, foi uma das convidadas de Rão Kyao, para participar no seu disco Em’cantado, ao lado dos fadistas, Ana Sofia Varela, Camané, Carminho, Manuela Cavaco e Ricardo Ribeiro. Foi integrada na colectânea “Divas do Fado”, destinada a sublinhar a importância da mulher no fado e na internacionalização deste género musical.

Gonçalo Castelbranco é considerado uma das referências da nova geração. Aos 27 anos, participou já em vários espectáculos musicais, tanto em Portugal como no estrangeiro, tendo sido aplaudido pelo seu protagonismo no musical “O Nazareno”.

As raízes fadistas estão presentes na sua voz, muito por influência das suas ligações familiares a Frei Hermano da Câmara. Nos últimos dois anos, marcou presença assídua no “Arredar Bar”, histórica casa de fados, em Cascais, que foi recuperada para as grandes noites fadistas da região, e onde Gonçalo Castelbranco foi o artista residente.

As noites de fado prosseguem, desta vez, com dois jovens talentos da “canção nacional” que prometem um espectáculo intimista do Casino Estoril. São diferentes estilos interpretativos a não perder no Lounge D.

sábado, 26 de novembro de 2016

Casino Estoril celebrou com concerto de Mariza 85 anos dedicados à arte e à cultura


A mostrar Mariza e Rui Veloso num dos momentos ltos do concerto.JPGEm noite de Gala, o Casino Estoril comemorou o seu 85º aniversário com um concerto exclusivo de Mariza que encheu o Salão Preto e Prata. A festa iniciou-se, logo às 19 horas, com a inauguração da exposição histórica “85 Anos Casino Estoril” no átrio principal, seguindo-se um jantar dançante com a Orquestra do Hot Clube de Portugal.

Num ambiente de glamour, numerosas personalidades de relevo da sociedade portuguesa, ligadas às áreas política, empresarial, social e cultural marcaram presença no Casino Estoril, associando-se a uma festa de aniversário que assinalou, da melhor forma, 85 anos dedicados à arte, à cultura e à promoção do turismo nacional.

Com uma notável actuação, Mariza apresentou um espectáculo muito pessoal convidando a subir ao palco quatro amigos e talentosos nomes do panorama da música nacional. Em vários registos intimistas, Mariza protagonizou duetos únicos, interpretando “O Tempo não Pára” com Miguel Gameiro, “Mantém-te Firme” com Boss AC e “Não Queiras Saber de Mim” com Rui Veloso.

A mostrar Mário Assis Ferreira no uso da palavra.JPGEm noite de Gala no Salão Preto e Prata, Fábia Rebordão foi outra das protagonistas da noite quando subiu ao palco para interpretar “Vou Dar de Beber à Dor” e “Morri por Hoje”.

Referência da música portuguesa, Mariza conciliou, ainda, êxitos incontornáveis da sua carreira como, por exemplo, “Chuva” ou “Rosa Branca” com os temas mais recentes “Sem Ti” ou “Paixão” do novo álbum “Mundo“.

A noite culminou, da melhor forma, quando Mariza cantou os parabéns ao Casino Estoril, convidando os presentes a associarem-se a este momento especial. A confraternização entre a artista e o público prosseguiu com os tradicionais flutes de champanhe e bolo de aniversário.
A anteceder o concerto de Mariza, o Presidente da Estoril Sol, Mário Assis Ferreira, iniciou uma curta intervenção, sublinhando que “85 anos são o prazo de uma vida. Mas, para o Casino Estoril, oito décadas e meia de existência não passam de mero hiato temporal na longa vida de uma Obra que nasceu para se perpetuar em desígnio de diferença, consagrado em exponenciais índices de qualidade, pioneirismo e inovação”.

“Foi, afinal, o reflexo da visão empresarial e da sensibilidade turística dos três grandes empresários que, enquanto seus accionistas, entre si se sucederam, conferindo-lhe alma própria: primeiro, Fausto de Figueiredo; depois, Teodoro dos Santos; e, a partir de 1984, Stanley Ho. A todos eles, ao pioneirismo da sua visão, deve o Concelho de Cascais as ímpares infra-estruturas turísticas de que dispõe, o prestígio imagético que o Casino Estoril lhe conferiu, o renome internacional que consagrou o Estoril como uma estância turística de excepcional qualidade, qual Riviera portuguesa. Pois que qualquer desses três Homens, pese embora as diferentes sensibilidades empresariais, tiveram em comum essa capacidade de acompanhar o evoluir dos tempos e costumes, numa saga de empreendedorismo que conferiu ao Casino Estoril o privilégio de sempre saber antecipar-se ao tempo, percepcionando tendências emergentes, suscitando apetências lúdicas que, ele próprio, soube criar e gerir”.

“Daí, que pouco tenha a ver o primitivo edifício, nascido em 1931, em traço “Art Déco”, e aquele que lhe sucederia, em 1968, com o novo edifício do Casino Estoril, até, finalmente, ao ciclo de Stanley Ho. Pois foi graças à visão inovadora e experiência internacional de Stanley Ho que, em audacioso projecto de acelerada expansão, se conjugou, em harmoniosa conciliação arquitectónica, o primitivo e o novo edifício, criando um complexo multidisciplinar integrado e quadruplicando os espaços abertos ao público numa atmosfera lúdica em que o jogo, o entretenimento, os espectáculos, as galas internacionais, a alta restauração, a cultura e a arte, nas suas diversas vertentes, lograram criar uma envolvente harmoniosa de lazer, diversão e jogo, sem paralelo em qualquer outro Casino da Europa”.

“Mas o Casino Estoril nasceu para ficar! Pois ele acredita que tudo o que já está bem, sempre fica obsoleto; pois ele sabe que urge antecipar a inovação face a novos desafios tecnológicos e à vertiginosa mutação no cenário do jogo internacional. Será essa a missão que nos aguarda nos próximos tempos, pese embora a concessão da Estoril Sol só vigorar até 2020. E porque tudo fizemos para justificar uma nova concessão, resta- nos a legítima convicção de que, em 2021, o Casino Estoril, sob a égide da Estoril Sol, reiniciará um novo surto de expansão e modernização, em busca de novos e sempre mais ambiciosos desígnios. Que esta nossa profecia se concretize, em nome da Arte e da Cultura, em nome da valorização do Turismo nacional e dos superiores interesses de Portugal!”, concluiu Mário Assis Ferreira.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

N'A BARRACA - 1936, O ANO DA MORTE DE RICARDO REIS ULTIMAS REPRESENTAÇÕES


a partir do romance de José Saramago
um espectáculo de Hélder Mateus da Costa

ESTE GRANDE ÊXITO ESTREOU EM JULHO DE 2016

DEPOIS DE MESES E DEZENAS DE ESPECTÁCULOS E DIGRESSÕES, SOMOS OBRIGADOS A TERMINAR ESTA CARREIRA.

ATENÇÃO!!!

NÃO PERCAM, RESERVEM, TRAGAM AMIGOS E FAMÍLIAS.

É UM ESPECTÁCULO INESQUECÍVEL.

Últimas representações até dia 23 de Dezembro

retomando a dia 29, 30 e 31 de Dezembro com Festa de Fim de Ano



Este belo e profundo romance convida a uma reflexão dramatúrgica muito entusiasmante.

A MAIS ANTIGA DESTILARIA AMERICANA CELEBRA 150 ANOS


Várias caras conhecidas vestiram-se a rigor para brindar à Jack Daniel’s ao verdadeiro estilo do Tennessee




Para comemorar o 150º aniversário da mais antiga destilaria registada na América, a Jack Daniel’s juntou vários amigos e fãs da marca para uma festa que recriou o espírito Old Nº7. Foram várias as caras conhecidas que também se juntaram a esta celebração num local que reproduziu o imaginário de Lynchburg e da própria Jack Daniel’s, onde não faltou música ao vivo, barbecue americano e outras surpresas. Aos Nirvana Studios, José Fidalgo, António Pedro Cerdeira, Inês Gonçalves, Quimbé, Helena Costa, entre muitos outros convidados, chegaram de mota para se juntar à festa onde também atuaram os Sereaming Sheep. 


Os 150 anos

Em 1866, Jasper ‘Jack’ Daniel decide criar uma destilaria num poço de água natural, em Lynchburg, Tennessee. É assim que começa a história do whiskey que é, hoje, um ícone global – Jack Daniel’s Tennessee Whiskey. Uma história que dura há 150 anos, que continua a somar apreciadores por todo o mundo e que se reflete no sucesso da marca até aos dias de hoje.

RTP DISTINGUIDA COM PRÉMIOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS

A RTP foi distinguida com o Prémio de Comunicação Corações Capazes de Construir, na categoria de Jornalismo, com o trabalho “Lágrima Que Deito”, uma reportagem inserida no programa Linha da Frente, da autoria de Mafalda Gameiro, com imagem de António Nunes e edição de Sara Cravina.

“Lágrima Que Deito” aborda a problemática da violência no namoro e deu-nos a conhecer casos de violência física e psicológica nos relacionamentos entre os jovens. Este prémio é uma iniciativa da Associação Corações Com Coroa, que visa distinguir trabalhos de jornalismo e publicidade no âmbito dos Direitos Humanos e que este ano contou com a sua 4ª edição.


A RTP1 foi eleita o Melhor Canal Generalista na cerimónia da 14ª Gala dos Prémios Meios & Publicidade 2016. O prémio atribuído reconhece a RTP pelo seu trabalho em programas como o Euro 2016, os Jogos Olímpicos Rio 2016, Donos Disto Tudo e The Voice Portugal. A entrega de prémios decorreu esta quarta-feira à noite no Centro de Congressos de Lisboa.






De destacar também a atribuição de mais dois prémios a autopromoções da RTP, no Festival da Federação Internacional de Cinema e Televisão de Desporto. A autopromoção da Volta a Portugal em Bicicleta 2016 foi distinguida com o Prémio Guirlande D'Honneur e a autopromoção dos Jogos Olímpicos Rio 2016 obteve uma Menção Honrosa.

O 34º Festival da Federação Internacional de Cinema e Televisão de Desporto decorreu em Itália e nesta edição atribuiu pela primeira vez prémios a trabalhos de autopromoção.