segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Henrique Feist apresenta “74.14” no Casino Estoril numa viagem que percorre 40 anos de música

O Salão Preto e Prata do Casino Estoril acolhe, nos próximos dias 22, 23 e 24 de Janeiro, o espectáculo “74.14”, da autoria de Henrique Feist e com direcção musical de Nuno Feist. Trata-se de um curto ciclo de representações que convida o público a recordar grandes êxitos que marcaram as últimas quatro décadas da música nacional e internacional.

A ArtFeist produziu, em 2014, o espectáculo “74.14”, associando-se à celebração dos 40 anos da Revolução de 25 de Abril de 1974, a qual devolveu a “liberdade” a Portugal. 

Após esgotar algumas das principais salas de espectáculos do país, “74.14” apresenta-se, desta vez, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.


domingo, 3 de janeiro de 2016

CASINO DO ESTORIL - Programação artística e cultural Janeiro de 2016



Programação artística e cultural

Janeiro de 2016



Salão Preto e Prata - “Concerto de Ano Novo”

Em concerto de Ano Novo, o Salão Preto e Prata do Casino Estoril acolhe, no próximo dia 16 de Janeiro, às 18h00, a Orquestra Sinfónica de Cascais. O programa será composto por algumas das mais famosas árias, valsas e polcas.

A solista Teresa Cardoso de Menezes será uma das protagonistas do concerto, recuperando árias de conceituados compositores como, por exemplo, Verdi ou Leoncavallo. 

A Orquestra Sinfónica de Cascais propõe-se executar valsas da família Strauss, com

CASINO DE LISBOA - Programação artística e cultural Janeiro de 2016


Programação artística e cultural  Janeiro de 2016




Auditório dos Oceanos - “Fora do Baralho”

Em destaque no Casino Lisboa, Mário Daniel protagoniza, nos próximos dias 2 e 3 de Janeiro, no Auditório dos Oceanos, o maior e mais original espetáculo de Magia que alguma vez percorreu o país!

Mário Daniel, autor, apresentador e mágico do "Minutos Mágicos", programa de sucesso de horário nobre da SIC, apresenta "Fora do Baralho" um espetáculo para toda a família.

"Fora do Baralho" é muito mais do que um espectáculo de magia! Mistura a arte da ilusão com a cénica e a teatral, criando não só magia, mas uma atmosfera mágica.

Conta a história de um mágico que está num atelier a tentar criar o seu próximo espetáculo. Nesse mundo existem outras personagens, a empregada que detesta ver tudo

sábado, 2 de janeiro de 2016

Ciclo de humor com “Três é Demais” no Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa

Com um programa cultural diversificado, o Casino Lisboa acolhe, a partir de 7 de Janeiro, “Três é Demais”. Com um registo pleno de irreverência, António Raminhos, Luís Filipe Borges e Marco Horácio são os protagonistas de uma curta temporada de espectáculos que promete contagiar de bom humor o público mais exigente. O convite está marcado, de Quinta-Feira a Domingo, até 31 de Janeiro, no Auditório dos Oceanos.

“Três é Demais” é stand-up? É teatro? É improviso? Tudo isto, ou nada disto, ou serão drogas? É, talvez, uma batalha ideológica entre três humoristas, só dois chegam ao fim!

Ser pai ou… não ter filhos, ser casado ou …divorciado, seduzir ou…acasalar, treinar ou… comer, ter amigos ou… seguidores, fazer amor ou… ter sexo, estes e outros temas serão abordados em três perspetivas diferentes, por três amigos que vão estar juntos em palco, pela primeira vez.

“Três é Demais” é um espectáculo com drama, acção, suspense e muita comédia. Uma sala, três humoristas, tantos temas...mas somente dois chegam ao fim e quem decide serão os espectadores.



Bilhetes à venda:

Ticketline: www.tiketline.pt

Informações e reservas: Info & Reservas ligue 1820 (24h).

Preço dos bilhetes: Entre 10€ a 15€.

M/16

NEVOEIRO - Dirigido e coreografado por Luís Guerra






NEVOEIRO

Dirigido e coreografado por Luís Guerra

CCB . 8 e 9 de janeiro . 21h . Pequeno Auditório



Interpretado por Jacome Filipe, Lander Patrick ou André Mendes, Luís Guerra e Teresa Silva ou Marta Cerqueira

Música composta por Ulrich Estreich

Luzes desenhadas e direção técnica por Zeca Iglésias


Nevoeiro é uma peça de dança para quatro bailarinos, dirigida e coreografa por Luís Guerra, e divide-se em três atos distintos. Em comum têm uma cortina prateada que serve como personificação do nevoeiro.

O primeiro ato apresenta uma dança rápida e precisa. Um exercício coreográfico que aproxima a dança da arte marcial. Tomando os bailarinos como personificação de todas as cores do espetro da luz, vemos através dessa dança uma espécie de imagem desfocada. A rapidez e desumanização dos intérpretes que raramente se encontram muito tempo no mesmo sítio personifica tudo aquilo que existe, tudo o que podemos realmente ver.

Com o decorrer deste ato, constrói-se a ideia de desfoque, dado à rapidez dos movimentos. O campo visual passa a ser mais e mais indefinido – chegando, assim, ao nevoeiro.