segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Orquestra-Escola de Jazz apresenta TAKE THE BBJ TRAIN! no CCB


BIG BAND JÚNIOR

Orquestra-Escola de Jazz

Take the BBJ Train!

CCB . 19 de dezembro . 21h . Pequeno Auditório





Direção Artística Alexandra Ávila Trindade e João Godinho

Direção Pedagógica e Musical Claus Nymark

Assistência de Produção Ricardo Maia

Som Suse Ribeiro


Muitos dos títulos dos concertos da Big Band Júnior (BBJ) no Centro Cultural de Belém, habitualmente inspirados em temas célebres de jazz, espelham o momento em que a orquestra se encontra à data do concerto. São disso exemplo Summertime, Catch Me, Spring Ahead, We've got Rhythm, Tune Up, Miles Ahead ou Just Friends.

O título deste concerto é uma alusão a Take the A Train, composto em 1939 por Billy Strayhorn e indiscutivelmente a mais famosa das muitas composições que surgiram da colaboração entre Duke Ellington e Billy Strayhorn.

Para a viagem deste ano, que se inicia oficialmente com este concerto, a Big Band Júnior faz questão de convidar os familiares e amigos dos seus jovens músicos e todos os amigos que a orquestra tem feito ao longo destes seus 5 anos de atividade. Afinal, o apoio incondicional dos fãs é essencial para o sucesso de uma carreira musical.

O que se irá ouvir é o resultado das primeiras onze semanas de ensaios da orquestra. Um período de trabalho curto, mas exigente, durante o qual o maestro Claus Nymark procurou extrair destes 14 jovens músicos um som coeso, um som de conjunto, um som de orquestra de jazz. O repertório preparado para este concerto é composto sobretudo por temas originais de Claus Nymark e por grandes clássicos do jazz de compositores como Billy Strayhorn, Charles Mingus, Herbie Hancock e Oliver Nelson.

Casino Estoril presta homenagem a António Joaquim com XXIX Salão de Outono

António Joaquim, de seu nome, nasceu em Travanca, uma pequena aldeia de Santa Maria da Feira, em 1 de Junho de 1925, há 90 anos, portanto, e o seu primeiro trabalho foi de servente de pedreiro durante dezena e meia de anos. 

Hoje, é um pintor de referência nacional, com 44 exposições individuais realizadas nas melhores galerias do país e participação em mais de duas centenas de coletivas. 

Foi um dos pintores, escolhido há meia dúzia de anos para apresentar uma exposição individual na sede do Jornal de Notícias, no Porto, repetida depois no Diário de Notícias, de Lisboa, nos dois casos com assinalável êxito. Atualmente participa, com mais 43 artistas, entre pintores e escultores, e é homenageado no XXIX Salão de Outono, na Galeria de Arte do Casino Estoril, até 15 de Janeiro, onde expõe, uma dezena de aguarelas pintadas após celebrar o seu nonagésimo aniversário. 

Exposição que merece ser visitada, todos os dias das 15.00 até às 24.00 horas, apenas por maiores de 18 anos nos termos da legislação do jogo.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Guilherme d’Oliveira Martins entregou a Bruno Vieira do Amaral o Prémio Literário Fernando Namora no Casino Estoril

Em cerimónia solene na Galeria de Arte do Casino Estoril, o escritor Bruno Vieira do Amaral recebeu o Prémio Literário Fernando Namora, referente a 2013, pelo seu romance “As Primeiras Coisas”. O Presidente do Júri, Guilherme d’Oliveira Martins entregou o galardão ao vencedor, presidindo ao evento, que contou com a presença de Margarida Namora, filha de Fernando Namora.

Compareceram, ainda, numerosas personalidades ligadas à Cultura e ao meio editorial, bem como os membros do Júri que atribuiu o Prémio, instituído pela Estoril Sol, no valor de 15 mil euros.

No enquadramento da obra vencedora, Guilherme d’Oliveira Martins, Presidente do Júri, referiu que “Bruno Vieira do Amaral revela uma grande segurança narrativa e um excelente domínio da língua portuguesa, escolhendo uma personagem colectiva, o Bairro Amélia, de onde sai Bruno Eugénio. O Bairro fica na margem Sul do Tejo. Um território delimitado, construído à imagem dos bairros populares que, no início e em meados dos anos setenta, foram nascendo mais ou menos clandestinamente à sombra de aglomerados industriais”. 

“O Júri reconheceu - sublinhou - que a encruzilhada de singularidades permite compreender que o Bairro Amélia representa a sociedade humana na sua diversidade e na sua complexidade, sendo um espaço de liberdade e de reconhecimento”.

Após a entrega do Prémio por Guilherme d’Oliveira Martins, foi Bruno Vieira do Amaral quem usou da palavra: “Quero agradecer à Estoril Sol, ao seu Presidente, e aos membros do Júri por terem considerado este romance digno do Prémio Fernando Namora, um nome fundamental da literatura portuguesa”.

Na abertura da cerimónia, o Presidente da Estoril Sol, Mário Assis Ferreira, saudara já o vencedor pela sua originalidade criativa. “Eis um escritor que é, simultaneamente, uma revelação e um consagrado, logo com o primeiro título que publica.” -considerou. 

“Embora recém-chegado à escrita ficcional – disse Mário Assis Ferreira -, tem desenvolvido uma intensa actividade polivalente, quer como crítico literário e tradutor, quer ainda como editor da revista LER, aplicando nessa diversidade profissional muitos dos saberes obtidos na sua formação académica, em História Moderna e Contemporânea. Recebê-lo hoje – celebrando um romance que já mereceu outras distinções depois do Prémio Fernando Namora -, só pode trazer-nos motivos de justo apreço pela obra começada de um escritor, que tem o futuro na mão, bem como pelo acerto do Júri que o distinguiu”.

Mário Assis Ferreira revelou, ainda, que a Estoril Sol irá anunciar, no dia 3 de Janeiro de 2016, o primeiro vencedor do Prémio Vasco Graça Moura. “A promoção da Cultura é um desígnio que nos acompanha desde há muito nesta Casa e ao qual nos iremos manter fieis. Exactamente por isso decidimos instituir um novo Prémio em homenagem à memória de Vasco Graça Moura, que acompanhou os trabalhos do Júri até ao limite das suas forças, enquanto presidente. Será um Prémio com o seu nome, consagrado à Cidadania Cultural, com periodicidade anual, no valor de 40 mil euros, inaugurando, também, uma nova parceria com a editora Babel”.

“A aposta na Cultura, na Arte e no Espectáculo continua a ser um objectivo estruturante da Estoril Sol, um conceito original de cujo pioneirismo nos orgulhamos e que marcou a nossa diferença, comparativamente com a prática de outros Casinos nacionais”, concluiu.

O Júri da 17ª edição do Prémio Literário Fernando Namora, integrou, além de Guilherme D`Oliveira Martins, que presidiu em representação do Centro Nacional de Cultura, integrou José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores, Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários, Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas, Maria Alzira Seixo, Liberto Cruz e João Lobo Antunes, convidados a título individual e, ainda, Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, pela Estoril Sol.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

CCB | RAÚL DA COSTA > Recital de piano | 13 de dezembro > 17h > Pequeno Auditório



RAÚL DA COSTA

recital de piano com um mais jovens pianistas portugueses premiados


CCB . 13 de dezembro . 17h . Pequeno Auditório





PROGRAMA

J.S.Bach/Ferruccio Busoni: Prelúdio e Fuga em Ré maior, BWV 532

César Franck: Prelúdio, Coral e Fuga

Alexander Scriabin: Sonata para piano n.º 4

Franz Liszt: 3 Sonhos de Amor

Franz Schubert/Franz Liszt: Transcrições de Lieder

Franz Liszt : Après une lecture du Dante



Nasceu na Póvoa de Varzim em 1993, onde iniciou os seus estudos musicais aos sete anos de idade com Luis Amaro de Oliveira e Emília Coelho.

Desde muito novo é presença recorrente em palcos de renome nacional, com destaque para os recitais a solo nas salas mais emblemáticas do país, como no Theatro Circo de Braga, Coliseu do Porto, Casa da Música, Palácio da Bolsa no Porto, Palácio Nacional da Ajuda, Centro Cultural de Belém, , Jardins de Inverno do Teatro São Luiz, entre muitos outros.

Neste recital abordará a evolução da escrita para piano no final do século XIX, interpretando a transformação que Busoni fez, em 1888, de um prelúdio e fuga para órgão de Bach, passando pelo Prelúdio, Coral e Fuga de César Franck, até chegar à 4ª Sonata para piano de Scriabin e às diferentes relações de Liszt com o piano.