sexta-feira, 12 de junho de 2015

Casino Estoril acolhe a 27 de Junho última sessão do ciclo “Novas Conferências do Casino”

A Galeria de Arte do Casino Estoril acolhe, no próximo dia 27 de Junho, às 16 horas, a 8ª sessão do ciclo “Novas Conferências do Casino” que será subordinada ao tema “O Belo Como Futuro”. Com coordenação de António José Borges, os oradores serão António Pedro Vasconcelos e Maria Manuel Baptista. 

Recorde-se que a 8ª sessão das “Novas Conferências do Casino” encerra um ciclo que se tem distinguido, desde Outubro de 2014, por reunir algumas vozes representativas das mais diversas áreas da ciência e cultura portuguesas. 

As “Novas Conferências do Casino” são uma iniciativa promovida na sequência da apresentação pública do Manifesto Contra a Crise: Compromisso com a Ciência, a Cultura e as Artes em Portugal, que foi subscrito por numerosas personalidades, entre as quais os escritores Lídia Jorge, Miguel Real e Teolinda Gersão e o músico Pedro Abrunhosa. O Manifesto foi promovido pelo Movimento Letras Com Vida (CLEPUL – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa).

O ciclo “Novas Conferências do Casino” tem contribuído para a criação de um espaço de debate cívico à volta de algumas das questões mais prementes da atualidade no que respeita à cultura, ciência e inovação em Portugal porque só o investimento continuado na qualificação das pessoas e a mobilização urgente de pessoas qualificadas poderão garantir o futuro desenvolvimento do País.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Casino Estoril convida os melhores intérpretes para celebrar a “Grande Gala do Fado - Carlos Zel”

A emblemática “Grande Gala do Fado - Carlos Zel” regressa, na próxima Quarta-Feira, 17 de Junho, ao Casino Estoril para celebrar a sua 14ª edição no Salão Preto e Prata. 

Trata-se de um espectáculo ímpar que reúne, numa só noite, seis dos melhores intérpretes do meio fadista. 

Com um notável elenco, a 14ª “Grande Gala do Fado - Carlos Zel” será protagonizada por Camané, Carminho, Gisela João, João Ferreira-Rosa, Maria da Fé e Ricardo Ribeiro. 

Os fadistas sobem ao palco do Salão Preto e Prata, acompanhados por José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, por Carlos Manuel Proença, na viola de fado, e por Daniel Pinto (Didi), na viola baixo.

A “Grande Gala do Fado - Carlos Zel” propõe, uma vez mais, diferentes estilos interpretativos, assegurando uma noite que se prolonga por mais de duas horas no privilegiado cenário do Salão Preto e Prata. 

Com um lugar de relevo entre os eventos anuais do Casino Estoril, a “Grande Gala do Fado”, presta, todos os anos, um tributo a Carlos Zel. Recorde-se que, o fadista que nos últimos anos da carreira apadrinhou o lançamento e coordenou o ciclo das “Quartas de Fado” do Casino Estoril, faleceu em Fevereiro de 2002. 

Agendado para o próximo dia 17 de Junho, o programa da 14ª edição da “Grande Gala do Fado - Carlos Zel” inclui um Welcome Drink, às 20h00, Jantar no Salão Preto e Prata, pelas 21h00, seguindo-se o espectáculo, às 23h00. O preço é de 90 € por pessoa, sendo recomendado como traje o fato escuro. 


As reservas podem ser efectuadas:

- Casino Estoril através do telefone 214 667 700, Fax 214 667 965, e-mail: info.cestoril@estoril-sol.com e www.casino-estoril.pt 

- Ticketline pelo telefone 707 234 234 e www.ticketline.sapo.pt

Informações e reservas: Info & Reservas ligue 1820 (24h).

KATIA GUERREIRO abre Festival Caixa Ribeira

A Ribeira do Porto, classificada como Património da Humanidade pela UNESCO, é o epicentro da primeira edição no Porto deste festival, que decorre a 12 e 13 de Junho, distribuindo-se por 11 palcos.

Neste festival, que se afirma um hino à identidade portuguesa, Katia Guerreiro é a primeira a subir ao Palco Caixa, acompanhada por Luís Guerreiro e Pedro de Castro na guitarra portuguesa, João Veiga na viola e Francisco Gaspar na viola baixo.

Katia Guerreiro no Caixa Ribeira....ATÉ AO FIM!




QUANDO
12 de Junho | Palco Caixa 
21h30

LOCAIS DE VENDA
Bilhetes à venda em www.ticketline.sapo.pt e nos locais habituais.
Informações & Reservas Ligue 1820 (24h)

940 finalistas das Faculdades de Belas Artes de Lisboa e Porto passaram já pelo Salão de Primavera da Galeria de Arte do Casino Estoril

Foi em Junho de 1981, há 34 anos, que a Galeria de Arte do Casino Estoril lançou o projecto de apoio aos jovens artistas, através da realização de uma exposição colectiva, designada Salão de Primavera para a divulgação de trabalhos de artistas jovens, tendo-se optado pelos finalistas de Belas Artes das Universidades de Lisboa e Porto, seleccionados pelos seus professores de entre os que se mostraram mais capazes para seguir a carreira artística.

Esta colectiva está dotada de um prémio pecuniário, no valor de 1500 euros, sendo atribuídas também 10 menções honrosas, um excelente incentivo no currículo dos jovens artistas, no início da sua carreira.

No corrente ano ocorreu uma singular coincidência: os dois professores das duas faculdades, que seleccionaram os finalistas, quando jovens, foram distinguidos com menções honrosas nos Salões em que então participaram como finalistas.

Actualmente encontra-se patente ao público na Galeria de Arte do Casino Estoril o XXVIII Salão de Primavera, em que participam 24 finalistas.

A Galeria de Arte atribuiu a este prémio o nome de Rainha Isabel de Bragança, filha de D. João VI, que sua mãe escolheu para mulher de seu irmão o rei D. Fernando VII de Espanha, que a História de Arte considera a fundadora do Museu do Prado, sem dúvida, um dos mais importantes museus do Mundo, facto que a Galeria de Arte tem divulgado, “urbi et orbe” em homenagem à Rainha que na sua infância tinha recebido ensinamentos de Pintura do então pintor da Corte Nuno de Siqueira.


Esta exposição encontra-se patente ao público, todos os dias, das 15 às 24 horas, até 23 de Junho. Entrada grátis reservada a maiores de 18 anos, nos termos da Lei de Jogo em vigor.

terça-feira, 9 de junho de 2015

OS CLÁSSICOS NA RTP1: “A CANÇÃO DE LISBOA” E “ O PÁTIO DAS CANTIGAS

Na semana em que se celebra o Dia de Portugal, Camões e das Comunidades, os casamentos de Santo António e as Marchas de Populares da cidade de Lisboa, a RTP1 transmite, na próxima quarta-feira (dia 10) e no próximo domingo (dia 14), dois dos mais icónicos filmes portugueses de todos os tempos: “A Canção de Lisboa” e “O Pátio das Cantigas”.


Quarta-feira, 10 de junho, às 14h15 na RTP1
A CANÇÃO DE LISBOA

Vasco Santana, Beatriz Costa e António Silva na mais admirável, inspirada e irresistível comédia portuguesa de sempre.

Vasco Leitão, estudante de Medicina em Lisboa, vive da mesada de umas tias de Trás-os-Montes que nunca vieram à capital e o consideram um excelente aluno. Porém, Vasco prefere os retiros de fado, os arraiais, os bailes e as mulheres bonitas. Especialmente Alice, uma costureira do Bairro dos Castelinhos, o que não agrada ao seu pai, o intratável alfaiate Caetano, que conhece bem o rol das dívidas do Vasco e a sua vida de boémio. Um dia, o Vasco chumba no exame, é posto pelo seu senhorio na rua e, para cúmulo, aparecem as tias decidem vir à capital.

Cottinelli Telmo é aquilo que se pode chamar um caso singular do Cinema Português. Arquiteto de formação, assina o primeiro filme sonoro em Portugal, que é também a sua única longa-metragem, já que morreu prematuramente.

"A Canção de Lisboa" é ainda a primeira grande comédia populista do cinema português, o género de maior sucesso de sempre em todo o cinema nacional, e hoje continua a ser aclamado como um filme de culto. Dos diálogos inspirados ao humor irresistível, onde a tradição da Revista e a comédia de costumes se fundem de forma notável, "A Canção de Lisboa" é, sem exagero, um dos mais célebres e admiráveis filmes portugueses de sempre, a que não é alheio o talento de um elenco portentoso com o mítico trio Vasco Santana/Beatriz Costa/António Silva à cabeça.


Título Original: A Canção de Lisboa

Com: Vasco Santana, Beatriz Costa, António Silva, Teresa Gomes, Sofia Santos, Manoel de Oliveira, Silvestre Alegrim, Manuel Santos Carvalho

Realização: Cottinelli Telmo

Produção: João Ortigão Ramos
Autoria: Cottinelli Telmo

Música: Raul Portela e Raul Ferrão

Ano: 1933

Duração: 114 minutos




Quarta-feira, 14 de junho, às 15h30 na RTP1
O PÁTEO DAS CANTIGAS

Um típico bairro lisboeta por ocasião das festas dos Santos Populares, através de um fabuloso jogo de equívocos e duplos sentidos numa comédia inesquecível, com Vasco Santana, António Silva e Ribeirinho.

Num típico pátio lisboeta, por altura das festas dos Santos Populares, um punhado de gente simples vive o seu quotidiano, os seus sonhos, desilusões, paixões, ciúmes e alegrias numa atmosfera quase encantada.

Alfredo é um bom rapaz cujo irmão Carlos, um estouvado, namora a frívola Amália. A irmã desta, Suzana, ama por sua vez Alfredo. Narciso, o pai de Rufino e seu sócio na leitaria do bairro, é um bêbado crónico e um virtuoso da guitarra. Rosa, uma bem disposta viúva que vende flores, é por sua vez cortejada por Narciso e pelo intratável e arrogante Evaristo, o merceeiro, pai da invejosa e mimada Celeste. A rivalidade entre Narciso e Evaristo vai ao rubro numa noite de bailarico no pátio que termina numa autêntica batalha campal. Por fim, tudo se compõe entre os vários pares amorosos e no pátio a vida segue serenamente.

"O Pátio das Cantigas" de 1941, é uma das mais célebres e amadas comédias populistas do cinema português. Ribeirinho, Lopes Ribeiro e Vasco Santana captaram e registaram com humor e sensibilidade toda a atmosfera lisboeta, bairrista e popular por ocasião das festas dos Santos Populares, a partir de um punhado exemplar de personagens tipificadas, envolvidas nas suas querelas, confrontos, desejos pessoais e num primoroso jogo de diálogos, com duplos sentidos e um irresistível sabor revisteiro. Tudo isto, servido por uma realização discreta e eficaz num filme que conta com gaffes memoráveis, como o de Vasco Santana regressando a casa bêbado e tentando obter lume de um candeeiro da via pública, que lhe vai servir de "guia" até chegar à cama. Mas o que há de mais notável em "O Pátio das Cantigas" é sem dúvida o espantoso jogo da representação, do mau génio e arrogância de António Silva às atribulações do tímido Ribeirinho, passando pelas calinadas, verbais e melódicas, de Laura Alves e, acima de tudo, pela alegria ébria e pela insolência provocadora de Vasco Santana.

Título Original: O Pátio das Cantigas

Com: Vasco Santana, António Silva, António Vilar, Maria das Neves, Ribeirinho, Laura Alves, Graça Maria, Barroso Lopes

Realização: Francisco Ribeiro

Produção: António Lopes Ribeiro

Autoria: António Lopes e Francisco Ribeiro e Vasco Santana

Música: Frederico de Freitas

Ano: 1941

Duração: 101 minutos