terça-feira, 22 de abril de 2014

Novo Circo no Arena Lounge do Casino Lisboa... 25 e 26 de Abril e 2 e 3 de Maio



A arte do Novo Circo está de volta ao espaço central do Arena Lounge do Casino Lisboa. Com duas actuações por noite, os TJ Brothers apresentam, um surpreendente exercício de Aerial Straps, protagonizando, ainda, um outro número de Forças Combinadas.


TJ Brothers em Aerial Straps

Com um assinalável prestígio internacional, esta dupla exibe, a 25 e 26 de Abril, um original exercício de Aerial Straps, combinando a força e flexibilidade numa envolvente dança aérea.



Os TJ Brothers são dois ex-atletas de alta competição que se juntaram numa irmandade, num sonho, na paixão de voar sem limites.



Formando um só corpo, em movimentos entrelaçados, flexíveis e tecnicamente arriscados, os TJ Brothers desafiam a gravidade, desconstruindo o antes visto, com uma linguagem única, ousada, original e repleta de magia.








TJ Brothers em Forças Combinadas

Noutra proposta a não perder, os TJ Brothers protagonizam, a 2 e 3 de Maio, um exigente exercício de “Forças Combinadas”, revelando as suas apuradas qualidades técnicas.



A versátil dupla de artistas coordena as acções de forma poética, criando momentos de rara beleza estética. Trata-se de uma harmoniosa performance, que se distingue pela sua habilidade e elegância de movimentos.










segunda-feira, 21 de abril de 2014

Jogos de Poder de Paulo Pena... Mais uma excelente edição da Esfera dos Livros

Baseado numa investigação inédita, Jogos de Poder conta a verdadeira história da crise bancária portuguesa. Ao longo dos últimos anos, a banca portuguesa apostou tudo no setor da construção e no imobiliário, e viveu dos negócios garantidos pelo Estado. Com o crash de Wall Street em 2009 e os seus efeitos devastadores numa Europa sem poder de reação, o sistema financeiro nacional foi incapaz de enfrentar a crise anunciada. Quando o crédito se tornou escasso e a confiança caiu a pique, no limiar da falência, os bancos não tiveram outra solução senão serem resgatados.

O número é impressionante: o financiamento do Banco Central Europeu aos bancos portugueses, no valor de 50 mil milhões de euros, em 2013 é a fonte mais significativa da sua liquidez. Sem a ajuda do Estado o que aconteceria aos bancos? Como chegámos até aqui? O jornalista Paulo Pena conta-nos os bastidores desta guerra de poder e como alguns dos banqueiros que marcaram a última década, aos comandos do sistema bancário nacional, estão agora acusados pela Justiça. Alguns caíram em desgraça, outros lutam pela sobrevivência. Da luta pelo controlo do Banco Comercial Português aos off-shores do Banco Privado Português, das fintas do Banco Português de Negócios aos reguladores, à promiscuidade entre política e negócios. Dos empréstimos ruinosos da Caixa Geral de Depósitos a acionistas de outros bancos, aos negócios do Banco Espírito Santo. De Lisboa a Reiquiavique, Islândia, passando por Bruxelas e Frankfurt, este é o relato de uma crise sem fim à vista. 
A nossa.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Os ovos da Páscoa de Fabergé

Para comemorar esta Páscoa, a história das mais belas obras primas da joalharia.

 Os ovos Imperiais da Páscoa de Fabergé

Na Rússia Czarista a Páscoa era uma data muito especial e continua a ser no calendário da Igreja Ortodoxa Russa, todos se cumprimentavam com três beijos e diziam: “Cristo ressuscitou”, recebendo a resposta: “Verdadeiramente, Cristo ressuscitou”. E presenteavam-se com ovos, que representavam a nova vida que surgia, o renascer das esperanças a cada ano, um período  muito especial onde podemos renovar os nossos pensamentos e abrir a mente a um futuro melhor. Os ovos que o povo trocava entre si eram verdadeiros e pintados a mão. A família real Romanov e os nobres da corte também seguiam a tradição dos ovos e os ofereciam entre si, no entanto esses ovos eram feitos de materiais que incluíam metais como o ouro, prata, platina, níquel, paládio e cobre sendo decorados com esmalte, pedras preciosas e semipreciosas diversas. Esta tradição dos ovos imperiais preciosos é iniciada no ano de 1885, quando o Czar Alexandre III encomendou ao joalheiro da corte imperial russa, Peter Karl Fabergé, um ovo como presente para a sua esposa a Imperatriz Maria Fedorovna que continha uma surpresa inesquecível no seu interior, ao critério do joalheiro. No caso do primeiro ovo denominado a “Galinha” , exteriormente com aparência de um simples ovo, em ouro esmaltado de branco, mas ao abri-lo revelava-se uma gema de ouro que dentro de si possuí uma galinha com olhos de rubi, dentro desta por sua vez continha um diamante lapidado com a réplica da coroa dos Czares. O sucesso foi enorme junto dos membros da corte, dando assim inicio a tradição dos ovos de Fabergé e este nomeado como fornecedor da Corte. Todos os anos o Czar encomendava um ovo diferente para dar à Czarina na Páscoa, sendo incumbido Fabergé elabora-lo como bem quisesse e a seu gosto.
 
                           Primeiro ovo da Páscoa Imperial denominado Galinha, de 1885 (Col. Fund. Victor Vekselberg)
                 
Após a morte do Imperador em Outubro de 1894, o seu filho Nicolau II, prosseguiu com esta tradição, encomendando a Fabergé dois ovos por ano, um para a sua mãe e outro para a sua esposa, Alexandra. O ovo encomendado em 1897 denominado de ”Coroação” , sendo decorado com diamantes, rubis, cristal de quartzo, platina e ouro, dentro uma réplica da carruagem que transportou a Czarina pelas ruas de Moscovo durante as festividades da coroação de Nicolau II.
                          

                                      Ovo da Coroação encomendado em 1897 (Col. Fund. Victor Vekselberg)                             
                                              Ovo da Páscoa denominado lilases do Vale, de 1898

Os ovos de Fabergé eram peças únicas, alguns celebrando temas íntimos da família, outros celebravam eventos notáveis do Estado Russo como o comboio Transiberiano entre outros temas. Estas peças eram dotadas de pequenos e delicados mecanismos que mostravam o segredo do seu interior. Este ovo anual era sempre a grande surpresa para a família imperial, admirado por toda a Corte e sendo objeto de desejo generalizado. Estes ovos por serem exclusivos e detalhadamente elaborados, tornaram-se peças valiosíssimas, levando um ano inteiro para serem confecionadas, desde o desenho exclusivo, ao corte, a lapidação das pedras e todos os detalhes, envolvendo os mestres  da casa Fabergé, sendo tudo feito em absoluto sigilo. Os ovos eram cuidadosamente guardados junto do tesouro da família Rmanov. A cada ano os ovos da Páscoa Imperial ficavam mais ricos e extravagantes, até hoje considerados o topo supremo e o apogeu do artesanato de joias.
                                    Ovo dedicado  ao comboio Transiberiano, de 1900 (Col. museu do Kremlin)
                    
                       Ovo de dedicado ao filho do Czar, denominado Czarevich, de 1912 (Col. The Walter Arts Museum)


Alguns exemplos de ovos da Páscoa imperial criados por Fabergé entre 1885 e 1916, verdadeiras obras primas e expoentes máximos da joalharia, preservados em coleções particulares e museus.
  
 
   

                Último ovo da Páscoa produzido por Fabergé dedicado a ordem de S. Jorge, em 1917( Col. Fund  Victor Vekselberg.)
     

Com a Revolução Russa em  1917, terminou a produção destas peças e as últimas encomendas ficaram suspensas, o tesouro dos Romanov foi confiscado pelos bolcheviques sendo dispersado (incluindo os ovos) e a família imperial russa barbaramente assassinada em 1918. Todos os palácios do Império Romanov foram saqueados e os seus tesouros removidos por ordem de Vladimir Lenin, tendo sido levados para o palácio do Arsenal do Kremlin. Mais tarde vendidos alguns exemplares por Joseph Stalin em 1927, por sua vez dispersos por colecionadores e antiquários por todo o mundo. Foram produzidas 56 obras primas destas de 1885 a 1916. Até 1998 tinham sido localizados 44 destes exemplares, em 2002 noticiários internacionais davam conta que um ovo imperial tinha sido rematado num leilão da casa Christie’s pela quantia de 9,6 milhões de  dólares. O terceiro dos ovos da Páscoa  desaparecidos e avaliado em 24 milhões de euros, foi descoberto em 2014 num mercado de velharias em Nova Iorque. Peça composta por um relógio Vecheron Constantin que se encontra no seu  interior e mede  cerca de 8,2 cm de altura, foi oferecido na Páscoa de 1887 pelo Czar Alexandre III à sua mulher Maria Feodorovna, denominado “Serpente azul com relógio” . Alguns estão ainda em coleções privadas ou podem ser admirados em museus de todo o mundo.
                          
                              Ovo da Páscoa denominado Serpente Azul com relógio de 1887, descoberto em 2014

Após a Revolução Russa, a casa Fabergé foi nacionalizada pelos bolcheviques, a família Fabergé  fugiu para a Suíça onde se exila,  Peter Karl Fabergé viria a falecer em 1920. A história dos ovos de Fabergé é marcada pelo luxo e pela tragédia da família Imperial Russa. Disputados por colecionadores em todo o mundo, os famosos ovos da Páscoa criados pelo famoso joalheiro russo são admirados pela perfeição e considerados expoentes  máximos na arte da joalharia. A casa Fabergé que voltou a renascer, esta atualmente representada em França, Inglaterra, Alemanha, Estados Unidos e Brasil. A joalheira produz séries limitadas de ovos em cristal “Saint Louis” vermelho, verde, azul ou translúcido,  a lapidação reproduz os desenhos originais do século XIX  e inicio do século XX.
      
                                              Peter Karl Fabergé criador dos famosos ovos da Páscoa
                                                 
                                           Exemplo de ovos produzidos atualmente pela casa Fabergé                           
                                                                                                  
Texto:
Paulo J. A. Nogueira
                                                                                                              
                                                                                                                                   
                                                                                                                                

quarta-feira, 16 de abril de 2014

E para os mais pequenos....

O TIL- Teatro Infantil de Lisboa apresenta a partir de 30 de Março o espectáculo “Camões” que ficará em cena até ao dia 1 de Junho (previsão) aos domingos, às 15h00.

De salientar, e para quem ainda não viu, não perca a última oportunidade de ver a peça “D.Quixote” que, já se encontrando em cartaz desde 11 de Outubro de 2013, terá o seu último espectáculo no dia 26 de Abril, sábado às 15h00.








Para mais informações, claro está, não deixe de consultar o site www.til-tl.com 

terça-feira, 15 de abril de 2014

Apresentação da programação d' Os Dias da Música em Belém

Uma breve nota para amanhã, Dia 16 de Abril... 


Pelas 18:00, na FNAC do Chiado, haverá a Apresentação dos "DIAS DA MÚSICA"  por Miguel Leal Coelho e André Cunha Leal.

Neste evento será divulgada toda a programação d’OS DIAS DA MÚSICA EM BELÉM, e ainda poderá assistir a um mini-concerto da Orquestra Geração para completar o dia.

A não perder!